Primeiro ponto

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Hoje demos o primeiro passo para a concretização do ponto ubalab, que pretende virar um espaço de trabalho e encontro para pessoas que atuam com tecnologia, comunicação e cultura em Ubatuba. Temos que inventar tudo, de modos de relacionamento a sustentabilidade do espaço.

Ainda temos pouco: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras. Já temos muito: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras.

Mas amanhã eu levo a cafeteira.

Hoje demos o primeiro passo para a concretização do ponto ubalab, que pretende virar um espaço de trabalho e encontro para pessoas que atuam com tecnologia, comunicação e cultura em Ubatuba. Temos que inventar tudo, de modos de relacionamento a sustentabilidade do espaço.Ainda temos pouco: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras. Já temos muito: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras.Mas amanhã eu levo a cafeteira.

Ponto Ubalab

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Começando a fermentar aqui a criação de um espaço de trabalho flexível, no centro de Ubatuba. "Co-working" é a expressão da moda, mas pra mim são práticas mais antigas, e desejos já de algum tempo. Convidar pessoas, ajudar coisas interessantes a acontecerem. Trocar. Conectar rede e rua. Chamar de "lab" seria redundante (um lab ubalab?). Pensei espaço ubalab, chão ubalab. Ultimamente tenho "ponto ubalab" na cabeça. Será que funciona?

Tempos, maturação, redes, clareza. As coisas vão aparecendo.

Estou chamando quem se interessar sobre esse assunto para conversar (olho no olho) nesta quarta-feira às 11h na sede da Gaivota FM. Se quiser saber mais, me mande uma mensagem.

Começando a fermentar aqui a criação de um espaço de trabalho flexível, no centro de Ubatuba. "Co-working" é a expressão da moda, mas pra mim são práticas mais antigas, e desejos já de algum tempo. Convidar pessoas, ajudar coisas interessantes a acontecerem. Trocar. Conectar rede e rua. Chamar de "lab" seria redundante (um lab ubalab?). Pensei espaço ubalab, chão ubalab. Ultimamente tenho "ponto ubalab" na cabeça. Será que funciona?Tempos, maturação, redes, clareza. As coisas vão aparecendo.Estou chamando quem se interessar sobre esse assunto para conversar (olho no olho) nesta quarta-feira às 11h na sede da Gaivota FM. Se quiser saber mais, me mande uma mensagem.

Publicando

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Aproveitei o embalo da homologação de minha dissertação de mestrado para começar a reformar o site redelabs.org. Antes mesmo de chegar a uma configuração satisfatória do site (como se pode ver), já decidi utilizá-lo para compartilhar algumas coisas. Dei mais destaque para a compilação organizada em 2010 sobre labs e afins, subi o texto integral da minha dissertação no Labjor/Unicamp, e também publiquei o primeiro produto do levantamento que estou desenvolvendo com a Coordenadoria-Geral de Cultura Digital do Ministério da Cultura. Muito material para quem tem tempo de ler. Adoraríamos receber comentários e contribuições a respeito.

Tags: redelabspublicaçõespesquisalevantamentoCategoria: projetos

Lixo Eletrônico

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Os organizadores do Giro Sustentável de Ubatuba me pediram para moderar uma discussão online a respeito de "metareciclagem". A MetaReciclagem é uma rede que surgiu em meados de 2002 e foi bastante ativa nos anos seguintes na discussão sobre apropriação crítica de tecnologias da informação, com um foco particular na reutilização de equipamentos eletrônicos utilizando-se software livre e de código aberto.

A perspectiva da MetaReciclagem propõe nesse sentido duas coisas: que as pessoas não sejam somente usuárias das tecnologias, mas entendam como elas funcionam por dentro para transformarem-se em agentes críticos de tecnologias; e que se promova a extensão da vida útil dos equipamentos eletrônicos a partir de seu reuso, ressignificação e transformação. Existem muitas nuances nesse debate, assim como algumas questões burocráticas, logísticas e legais. Compartilho aqui algumas referências para iniciar o debate:leia mais >>

Etapa

Dissertação homologada. Vamos em frente.

Consulta sobre o IFSP Ubatuba - Meu voto... talvez.

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A partir da segunda-feira 18/08, estará aberta a consulta online para decidir qual o primeiro curso a ser oferecido pelo Instituto Técnico Federal de Ubatuba, que deve iniciar suas atividades no segundo semestre de 2015. Quero compartilhar aqui uma reflexão sobre o tema.

Na audiência ocorrida no mês passado na qual o debate se iniciou, eu tive a oportunidade de expor a opinião de que Ubatuba deveria oferecer cursos públicos em áreas ligadas à chamada "economia criativa", apesar de eu ter minhas já muitas vezes explicitadas críticas à maneira como este campo costuma ser pensado. Não é que a economia criativa seja uma fórmula mágica para Ubatuba, mas a outra alternativa (uma visão tradicional de mercado de serviços em empresas de perfil mais tradicional) me parece muito pior. Parto do princípio de que um ensino técnico voltado ao preenchimento de vagas só contribui para a usual evasão de talentos de Ubatuba: formados sob um modelo segundo o qual o sucesso deve ser medido pelo crescimento dentro do caminho corporativo, jovens talentos logo "batem no teto" e não veem horizonte para crescimento, e acabam deixando a cidade para nunca voltar. Também externei minha percepção de que, já contando com cursos técnicos de administração, contabilidade, informática, nutrição, turismo e meio ambiente, a cidade tem uma demanda reprimida por profissionais de comunicação com uma formação contemporânea.leia mais >>

Sincronicidade

Percebi hoje que ainda penso no chat como uma ferramenta síncrona de comunicação - através da qual falaríamos em tempo real com outra(s) pessoa(s), ao contrário das ferramentas assíncronas, que sediariam conversas em intervalos maiores. Mas na verdade, a partir do surgimento do chat no browser (meebo, google chat e outros, depois facebook) e posteriormente do chat no celular, isso tudo muda. Tenho conversas que vão avançando à medida que as pessoas acessam seus dispositivos. Com o celular isso tudo fica mais confuso ainda. As conversas no telegram e whatsapp têm um tempo todo maluco.

E a garotada de 14 anos se pergunta, em sincera consternação: "mas quem é que usa e-mail?"

Fablabs, makerspaces, gambiarra e conserto

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Escrevi mais uma coluna Raitéqui para a edição 99 da Revista A Rede. O texto é uma remixagem de um trecho da minha dissertação de mestrado, retrabalhado e algo ampliado. Como a versão publicada na revista está com alguns errinhos de revisão, publico aqui minha versão final.

Ilustração A Redde

Fablabs, makerspaces, gambiarra e conserto

Surgidos a partir do Centro para Bits e Átomos (CBA) no Media Lab do MIT, os Fablabs - laboratórios de fabricação digital - são espaços em que se disponibilizam equipamentos para a criação e modificação de objetos a partir de arquivos digitais. Usam fresadoras, cortadoras de vinil e outros materiais, máquinas de bordar, impressoras e scanners 3D, entre outros. Boa parte destas tecnologias já existem há algumas décadas. Até recentemente, entretanto, estavam associadas exclusivamente à produção industrial ou à arquitetura, e seu uso era complicado. Mas diversos desenvolvimentos recentes colaboraram para baixar seus custos e tornar sua operação mais simples.

O surgimento dos Fablabs deve-se principalmente a pesquisas do MIT sobre o barateamento e o maior acesso a tais tecnologias, na esteira do curso "como fazer (quase) qualquer coisa" oferecido por Neil Gershenfeld, diretor do CBA. Logo os Fablabs seriam replicados no mundo inteiro, aliando-se ou inspirando projetos dedicados à fabricação digital como a Reprap, a Makerbot e outros. Um projeto brasileiro que orbita essa área é a Metamáquina, primeira fabricante nacional de impressoras 3D de baixo custo.leia mais >>

Novos ventos

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Ubalab preparando a criação de um espaço de co-working junto à Gaivota FM, no centro de Ubatuba. Começando devagar, mas mil ideias na cabeça.

Interessadxs, entrem em contato.

Ubalab preparando a criação de um espaço de co-working junto à Gaivota FM, no centro de Ubatuba. Começando devagar, mas mil ideias na cabeça.Interessadxs, entrem em contato.

Tempos...

Algum tempo sem blogar. Insatisfeito comigo mesmo por conta do uso impensado e cotidiano das tais "redes sociais" capturadas pelo capital. Naquela efemeridade toda, mil opiniões fadadas a quase desaparecer na avalanche de repetições. Repetição de verdades absolutas. Certezas em excesso. Estranho para mim: quanto mais informação eu acesso mais dúvidas tenho. Mas o resto do mundo exibe cada vez mais certezas inquestionáveis. Talvez as tenham desde sempre, mas sinto que sem um Facebook ou afim precisavam vestir uma imagem social mais equilibrada. Agora é tudo excesso, desqualificação, maniqueísmo de todo lado. A mim soa como histeria apocalíptica. Parece que o mundo acaba amanhã.

Mas ele não acaba. O mar sempre me lembra disso.

Este blog continua aqui. Talvez eu volte a frequentá-lo, mais por nostalgia do que vontade de qualquer coisa.

Até o jeito de escrever é outro, sinto que preciso medir melhor as palavras. Blogs são mais librianos? Ou é só mais um entre tantos museus de bits, coisas do passado a que ninguém dará atenção? Mees alunes, que nasceram em torno de 1999, nem facebook usam mais.

Manter um sistema com algum grau de autonomia dá trabalho. Não sei o quanto ainda quero ter esse trabalho. Mas vou mantendo.

Ahn, e vou aposentar os trackbacks.