Abrindo

Já ameacei umas três ou quatro vezes escrever um post longo sobre as eleições. Mas antevendo os comentários, vou só reafirmar algumas coisas que falei há dois anos:

Alguns temas me interessam em especial: planos para infraestrutura de comunicação digital e comunitária; incentivo ao conhecimento livre e aberto, inclusive promovendo ações de cultura livre e a adoção de recursos educacionais abertos; valorização da criatividade cotidiana como busca de soluções para problemas comuns à sociedade, criando instâncias de debate e proposição; valorização dos conselhos municipais como instrumento de democratização e de educação para a democracia; desenvolvimento de ações para o transporte sustentável; entre outros.leia mais >>

Rede//Labs - segunda etapa

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Já está disponível o segundo produto da consultoria sobre arranjos experimentais colaborativos em cultura digital que desenvolvi com Luciana Fleischman sob encomenda da Coordenadoria-Geral de Cultura Digital do Ministério da Cultura. Acesse ou baixe por aqui.

Fabricação, conserto e "porque dá"

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Raquel Rennó mandou pela rede social do capeta um bom artigo no Medium com o título "Yes we can. But should we?", que levanta uma visão um pouco mais crítica pra toda a coisa da "cultura maker". Traduzindo livremente um trecho:

Parece haver uma confusão conceitual sobre o que a impressão 3D possibilita ou não. Ela nos permite encantar uma criança de quatro anos criando praticamente do nada um mini Darth Vader? Sim, permite. Mas o objeto não se materializa do nada. Uma impressora 3D consome de cinquenta a cem vezes mais energia elétrica para fazer um objeto do que o processo de injeção de plástico moldado. Além disso, as emissões de uma impressora 3D de mesa são similares a queimar um cigarro ou cozinhar em um fogão a gás ou elétrico. E o material escolhido para todas essas novas coisas que estamos clamando por fazer é esmagadoramente o plástico. De certo modo, é um deslocamento ambiental para o lado inverso, contrapondo-se a leis recentes para reduzir o uso de plástico que banem sacolas plásticas e estimulam a reformulação de embalagens. Ao mesmo tempo em que mais pessoas levam sacolas de tecido para o supermercado, o plástico se acumula em outros campos, da Techshop à Target.leia mais >>

Primeiro ponto

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Hoje demos o primeiro passo para a concretização do ponto ubalab, que pretende virar um espaço de trabalho e encontro para pessoas que atuam com tecnologia, comunicação e cultura em Ubatuba. Temos que inventar tudo, de modos de relacionamento a sustentabilidade do espaço.

Ainda temos pouco: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras. Já temos muito: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras.

Mas amanhã eu levo a cafeteira.

Hoje demos o primeiro passo para a concretização do ponto ubalab, que pretende virar um espaço de trabalho e encontro para pessoas que atuam com tecnologia, comunicação e cultura em Ubatuba. Temos que inventar tudo, de modos de relacionamento a sustentabilidade do espaço.Ainda temos pouco: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras. Já temos muito: espaço, wifi, divisórias, boa música, algumas mesas e cadeiras.Mas amanhã eu levo a cafeteira.

Ponto Ubalab

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Começando a fermentar aqui a criação de um espaço de trabalho flexível, no centro de Ubatuba. "Co-working" é a expressão da moda, mas pra mim são práticas mais antigas, e desejos já de algum tempo. Convidar pessoas, ajudar coisas interessantes a acontecerem. Trocar. Conectar rede e rua. Chamar de "lab" seria redundante (um lab ubalab?). Pensei espaço ubalab, chão ubalab. Ultimamente tenho "ponto ubalab" na cabeça. Será que funciona?

Tempos, maturação, redes, clareza. As coisas vão aparecendo.

Estou chamando quem se interessar sobre esse assunto para conversar (olho no olho) nesta quarta-feira às 11h na sede da Gaivota FM. Se quiser saber mais, me mande uma mensagem.

Começando a fermentar aqui a criação de um espaço de trabalho flexível, no centro de Ubatuba. "Co-working" é a expressão da moda, mas pra mim são práticas mais antigas, e desejos já de algum tempo. Convidar pessoas, ajudar coisas interessantes a acontecerem. Trocar. Conectar rede e rua. Chamar de "lab" seria redundante (um lab ubalab?). Pensei espaço ubalab, chão ubalab. Ultimamente tenho "ponto ubalab" na cabeça. Será que funciona?Tempos, maturação, redes, clareza. As coisas vão aparecendo.Estou chamando quem se interessar sobre esse assunto para conversar (olho no olho) nesta quarta-feira às 11h na sede da Gaivota FM. Se quiser saber mais, me mande uma mensagem.

Publicando

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Aproveitei o embalo da homologação de minha dissertação de mestrado para começar a reformar o site redelabs.org. Antes mesmo de chegar a uma configuração satisfatória do site (como se pode ver), já decidi utilizá-lo para compartilhar algumas coisas. Dei mais destaque para a compilação organizada em 2010 sobre labs e afins, subi o texto integral da minha dissertação no Labjor/Unicamp, e também publiquei o primeiro produto do levantamento que estou desenvolvendo com a Coordenadoria-Geral de Cultura Digital do Ministério da Cultura. Muito material para quem tem tempo de ler. Adoraríamos receber comentários e contribuições a respeito.

Tags: redelabspublicaçõespesquisalevantamentoCategoria: projetos

Lixo Eletrônico

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Os organizadores do Giro Sustentável de Ubatuba me pediram para moderar uma discussão online a respeito de "metareciclagem". A MetaReciclagem é uma rede que surgiu em meados de 2002 e foi bastante ativa nos anos seguintes na discussão sobre apropriação crítica de tecnologias da informação, com um foco particular na reutilização de equipamentos eletrônicos utilizando-se software livre e de código aberto.

A perspectiva da MetaReciclagem propõe nesse sentido duas coisas: que as pessoas não sejam somente usuárias das tecnologias, mas entendam como elas funcionam por dentro para transformarem-se em agentes críticos de tecnologias; e que se promova a extensão da vida útil dos equipamentos eletrônicos a partir de seu reuso, ressignificação e transformação. Existem muitas nuances nesse debate, assim como algumas questões burocráticas, logísticas e legais. Compartilho aqui algumas referências para iniciar o debate:leia mais >>

Etapa

Dissertação homologada. Vamos em frente.

Consulta sobre o IFSP Ubatuba - Meu voto... talvez.

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A partir da segunda-feira 18/08, estará aberta a consulta online para decidir qual o primeiro curso a ser oferecido pelo Instituto Técnico Federal de Ubatuba, que deve iniciar suas atividades no segundo semestre de 2015. Quero compartilhar aqui uma reflexão sobre o tema.

Na audiência ocorrida no mês passado na qual o debate se iniciou, eu tive a oportunidade de expor a opinião de que Ubatuba deveria oferecer cursos públicos em áreas ligadas à chamada "economia criativa", apesar de eu ter minhas já muitas vezes explicitadas críticas à maneira como este campo costuma ser pensado. Não é que a economia criativa seja uma fórmula mágica para Ubatuba, mas a outra alternativa (uma visão tradicional de mercado de serviços em empresas de perfil mais tradicional) me parece muito pior. Parto do princípio de que um ensino técnico voltado ao preenchimento de vagas só contribui para a usual evasão de talentos de Ubatuba: formados sob um modelo segundo o qual o sucesso deve ser medido pelo crescimento dentro do caminho corporativo, jovens talentos logo "batem no teto" e não veem horizonte para crescimento, e acabam deixando a cidade para nunca voltar. Também externei minha percepção de que, já contando com cursos técnicos de administração, contabilidade, informática, nutrição, turismo e meio ambiente, a cidade tem uma demanda reprimida por profissionais de comunicação com uma formação contemporânea.leia mais >>

Sincronicidade

Percebi hoje que ainda penso no chat como uma ferramenta síncrona de comunicação - através da qual falaríamos em tempo real com outra(s) pessoa(s), ao contrário das ferramentas assíncronas, que sediariam conversas em intervalos maiores. Mas na verdade, a partir do surgimento do chat no browser (meebo, google chat e outros, depois facebook) e posteriormente do chat no celular, isso tudo muda. Tenho conversas que vão avançando à medida que as pessoas acessam seus dispositivos. Com o celular isso tudo fica mais confuso ainda. As conversas no telegram e whatsapp têm um tempo todo maluco.

E a garotada de 14 anos se pergunta, em sincera consternação: "mas quem é que usa e-mail?"