Plataformas de colaboração: culturas digital e tradicional

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Raquel Rennó publicou um artigo sobre hackerspaces e afins na revista de cultura do Instituto Goethe. Uma das experiências retratadas foi o Ubalab:

O UbaLab é um projeto coordenado por Felipe Fonseca, que se localiza em Ubatuba, litoral norte do estado de São Paulo. Fonseca esteve envolvido em movimentos ativistas da inclusão digital (via projetos educativos com software livre e reciclagem tecnológica) desde o fim dos anos 1990, principalmente por meio do coletivo Metareciclagem. Ele desenvolve com colaboradores propostas de experimentações em cultura digital combinadas com necessidades do contexto da cidade, desde o monitoramento da qualidade da água, formação tecnológica, uso do espaço público, até questões que tocam grupos em situação de fragilidade econômica e social como os quilombolas, que constantemente sofrem com pressões da especulação da economia do turismo na área. Ao mesmo tempo Fonseca propôs a plataforma RedeLabs, onde, juntamente com Luciana Fleischman e outros, vem pesquisando práticas de cultura digital experimental no Brasil.

O artigo completo está aqui. E tem uma versão em alemão também.leia mais >>

Ubalab no Portal Aprendiz

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O Portal Aprendiz na semana passada retratou o Ubalab, com foco especial nas oficinas de cartografia distribuída que fizemos na cidade e região. Leia aqui a matéria completa.

O Portal Aprendiz na semana passada retratou o Ubalab, com foco especial nas oficinas de cartografia distribuída que fizemos na cidade e região. Leia aqui a matéria completa.

Shoe shine

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Chegando a Doha

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Há alguns meses fui convidado a vir em novembro a Doha, capital do Catar, como designer residente junto ao curso de Mestrado em Design da VCU. O convite faz parte de uma série de ações de intercâmbio entre o Brasil e o Catar que estão sendo desenvolvidas ao longo deste ano. Vou ficar duas semanas trabalhando com um grupo de estudantes com questões de descarte, reuso, conserto e afins. Como já escrevi no começo da semana, espero durante estes dias trabalhar com a ideia de uma "cultura de conserto" como crítica à tal "cultura de fabricação" que vem na esteira dos makerspaces e das impressoras 3D.

Desenvolver isso no Catar está me parecendo apropriado, para minha surpresa. A chegada repentina do Petróleo por aqui criou uma sociedade de consumo que veio totalmente de cima para baixo. O país tem muito dinheiro: o maior ou segundo maior PIB per capita, o melhor IDH da região, o segundo maior investimento em arte do mundo. Por trás do investimento em arte e cultura, aliás, está uma organização chefiada uma princesa hoje com 31 anos de idade, que já falou sobre diversidade no TED. Mas todo esse dinheiro pode ter trazido de forma muito mais acelerada um processo que a gente já apontou no Brasil - a substituição da sabedoria do fazer, do consertar e do adaptar pelo mero consumo. Se uma coisa quebrou, eu compro outra.leia mais >>

Gambiarra studies

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Nesta quinta embarco para o Catar para uma residência, a convite da VCUQatar. Vou passar duas semanas lá com um grupo de estudantes do mestrado em design da VCU, tratando de gambiarra. Para mim é uma oportunidade de articular minimamente o discurso da "cultura de conserto" que me parece uma crítica necessária à tal "cultura maker". Vamos ver o quanto dá pra avançar sobre isso.

Arranjos Experimentais - última parte

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Publicamos a terceira e última parte do estudo sobre arranjos experimantais criativos em cultura digital desenvolvido para a coordenação-geral de cultura digital do Ministério da Cultura. Nesta entrega, eu e Luciana Fleischman trabalhamos para delinear estratégias para a elaboração de políticas públicas voltadas a estimular a experimentação em cultura digital no Brasil. Em resumo, falamos sobre quatro eixos de construção:

Estabelecer uma ampla rede de laboratórios experimentais; Promover o compartilhamento em todas as etapas; Pesquisa continuada e estímulo à documentação; Articulação interinstitucional em rede.

Mais uma vez, ouvimos pessoas-chave envolvidas com alguns dos diversos campos envolvidos ou potencialmente envolvidos com a produção experimental em cultura digital.

Esses meses foram intensos e trabalhosos (as três partes do estudo somam mais de 200 páginas de texto). Mas muito gratificantes. O olhar sobre práticas experimentais é sempre revelador de possibilidades e inovações. Ficou faltando muita coisa. Entrevistar mais pessoas, visitar mais lugares, confrontar visões, e mesmo ouvir os entrevistados sobre as conclusões a que chegamos. Mas para um projeto de três meses, acho que já aceleramos bastante. E temos a intenção de retomar esse tema assim que possível, então vamos ficando ligadxs.

Espero que esse estudo possa oferecer contribuições não somente para as instituições que o encomendaram, mas também para outros grupos, organizações e pessoas interessadas em estimular uma produção interdisciplinar relevante e criativa tão necessária para os tempos atuais.

O terceiro produto está disponível aqui.leia mais >>

SESI Cultura Digital

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Estou partindo amanhã pela manhã para o Rio, onde vou participar de uma mesa no SESI Cultura Digital, no SENAI Maracanã. Minha mesa é a seguinte, na sexta-feira às 19h30:

MESA DE DEBATE “NOVA ERA DIGITAL” - SALA TALK HUB

Mediador: Beto Largman

Participantes:

Pedro Markun – Hacker, coordenador do LabHacker Felipe Fonseca - Co-fundador da rede MetaReciclagem Guto Nóbrega – Artista, coordenador do NANO_Núcleo de Arte e Novos Organismos – EBA.UFRJ Oswaldo Oliveira – Economista e idealizador do Laboriosa89 Sergio Venuto – Dono de casa

Quem estiver pelo Rio, apareça por lá!

Estou partindo amanhã pela manhã para o Rio, onde vou participar de uma mesa no SESI Cultura Digital, no SENAI Maracanã. Minha mesa é a seguinte, na sexta-feira às 19h30: MESA DE DEBATE “NOVA ERA DIGITAL” - SALA TALK HUBMediador: Beto LargmanParticipantes: Pedro Markun – Hacker, coordenador do LabHacker Felipe Fonseca - Co-fundador da rede MetaReciclagem Guto Nóbrega – Artista, coordenador do NANO_Núcleo de Arte e Novos Organismos – EBA.UFRJ Oswaldo Oliveira – Economista e idealizador do Laboriosa89 Sergio Venuto – Dono de casaQuem estiver pelo Rio, apareça por lá!

Abrindo

Já ameacei umas três ou quatro vezes escrever um post longo sobre as eleições. Mas antevendo os comentários, vou só reafirmar algumas coisas que falei há dois anos:

Alguns temas me interessam em especial: planos para infraestrutura de comunicação digital e comunitária; incentivo ao conhecimento livre e aberto, inclusive promovendo ações de cultura livre e a adoção de recursos educacionais abertos; valorização da criatividade cotidiana como busca de soluções para problemas comuns à sociedade, criando instâncias de debate e proposição; valorização dos conselhos municipais como instrumento de democratização e de educação para a democracia; desenvolvimento de ações para o transporte sustentável; entre outros.leia mais >>

Rede//Labs - segunda etapa

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Já está disponível o segundo produto da consultoria sobre arranjos experimentais colaborativos em cultura digital que desenvolvi com Luciana Fleischman sob encomenda da Coordenadoria-Geral de Cultura Digital do Ministério da Cultura. Acesse ou baixe por aqui.

Fabricação, conserto e "porque dá"

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Raquel Rennó mandou pela rede social do capeta um bom artigo no Medium com o título "Yes we can. But should we?", que levanta uma visão um pouco mais crítica pra toda a coisa da "cultura maker". Traduzindo livremente um trecho:

Parece haver uma confusão conceitual sobre o que a impressão 3D possibilita ou não. Ela nos permite encantar uma criança de quatro anos criando praticamente do nada um mini Darth Vader? Sim, permite. Mas o objeto não se materializa do nada. Uma impressora 3D consome de cinquenta a cem vezes mais energia elétrica para fazer um objeto do que o processo de injeção de plástico moldado. Além disso, as emissões de uma impressora 3D de mesa são similares a queimar um cigarro ou cozinhar em um fogão a gás ou elétrico. E o material escolhido para todas essas novas coisas que estamos clamando por fazer é esmagadoramente o plástico. De certo modo, é um deslocamento ambiental para o lado inverso, contrapondo-se a leis recentes para reduzir o uso de plástico que banem sacolas plásticas e estimulam a reformulação de embalagens. Ao mesmo tempo em que mais pessoas levam sacolas de tecido para o supermercado, o plástico se acumula em outros campos, da Techshop à Target.leia mais >>