Metas do PNC

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Patricia Canetti, representante da arte digital no Conselho Nacional de Políticas Culturais, contou em dezembro na lista redelabs sobre algumas metas que têm a ver com a nossa reflexão sobre laboratórios que foram efetivamente incluídas no Plano Nacional de Cultura:
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Transparência e Controle Social

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Beto Francine avisa e convida todxs xs interessadxs para a primeira Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social de Ubatuba. Infelizmente, a chamada só está no Facebook. Já que o tema é transparência, vou tomar a liberdade de repercutir o convite por aqui:

Primeira Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social de Ubatuba

Escola Pe José de Anchieta
Prefeitura de Ubatuba realiza em fevereiro a 1ª Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social
A Conferência acontece no dia 2 de fevereiro, a partir das 18h, e no 3, a partir das 9h, na Escola Anchieta

A Prefeitura de Ubatuba vai realizar nos dias 2 e 3 de fevereiro a 1ª Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social. O evento marca o início de um grande trabalho da atual administração no sentido de oferecer ao cidadão ainda mais informações sobre os atos públicos. O objetivo é promover a transparência e estimular a participação da sociedade no acompanhamento e controle da gestão pública, contribuindo para um controle social mais efetivo e democrático.

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Biopunk

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A inteligência artificial nativa Yupana Kernel compartilhou na lista metareciclagem o manifesto biopunk de Meredith Patterson, lançado publicamente durante a conferência Outlaw Biology, na Califórnia. em 2010. Vai abaixo uma tradução livre para o português brasileiro (ainda aberta a revisões e colaborações, aqui):

"Instrução científica é necessária para uma sociedade funcional na era moderna. A instrução científica não é educação científica. Uma pessoa educada em ciência pode entender ciência; uma pessoa instruída em ciência pode fazer ciência. A instrução científica permite às pessoas que a têm serem contribuidoras ativas de sua própria saúde, da qualidade de sua comida, água e ar, e das próprias interações com seus corpos e o mundo à volta delas."

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Relato - CulturaDigital.Br

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O projeto Ubalab foi parceiro do Festival CulturaDigital.Br, realizado em dezembro passado no Rio. Coordenei por lá o Labx, um laboratório experimental de cultura digital. Publiquei aqui um relato completo sobre aqueles dias.

Labx – Festival CulturaDigital.Br

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Em setembro do ano passado, fui convidado pelo pessoal da Casa de Cultura Digital a ajudar na organização do Festival CulturaDigital.Br que aconteceria em dezembro. Eu já havia trabalhado com eles no ano anterior, quando articulei junto com Maira Begalli o encontro Rede//Labs na segunda edição do que então se chamava Fórum CulturaDigital.Br, realizado na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Para 2011, algumas coisas seriam diferentes. Além da mudança para o Rio de Janeiro – no MAM, em pleno Parque do Flamengo - e de um nome que sugeria um evento mais aberto do que os anteriores – não mais “fórum”, e sim “festival” -, haveria também maior autonomia em relação à agenda do Ministério da Cultura: em vez de articulado pelo próprio Ministério, seria dessa vez um projeto com patrocínio quase privado, bancado com parte do imposto devido por algumas grandes empresas, enquadrado em leis de incentivo fiscal. Contaria também com o apoio de fundações, de um monte de pequenas organizações e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional e Desenvolvimento.
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Access Space

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Nossos primos britânicos do Access Space fizeram um timelapse sobre dois dias de trampo por lá. Parece a rotina metarecicleira (não por acaso):

Now with added pizza! - Timelapse Video of Access Space Mega Recycle Mid-Weekend, March 2011 - V2 from Richard Bolam on Vimeo.

Bricolabs

Apropriação crítica

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Apropriação crítica

Industrialização e distanciamento

As últimas centenas de anos presenciaram profundas mudanças na maneira como produzimos coisas. Até meados do século XIX, os bens eram manufaturados por artesãos. Roupas, móveis, utensílios domésticos, objetos decorativos, medicamentos, armas, ferramentas, instrumentos científicos – praticamente tudo era feito à mão, e quase sempre vendido localmente. Sucessivas inovações na fabricação de objetos, transformações nas formas como as sociedades se organizavam, a criação de novos meios de transporte e o acesso a imensas fontes de matérias-primas e outros recursos naturais nas colônias alavancaram a chamada revolução industrial, a partir da Europa e em direção ao resto do mundo.
Através da mecanização e da produção em série, a produtividade aumentou exponencialmente. Bens que anteriormente só estavam disponíveis às elites puderam ser oferecidos a todos, passando a ser considerados necessidades básicas. A qualidade de vida de uma considerável parcela da população aumentou, em um ritmo sem precedentes.

Isso tudo potencializou outras transformações. Ganhou espaço crescente a democracia representativa (“o pior sistema político, com exceção de todos os outros que foram tentados”, segundo Churchill). Formaram-se as cidades contemporâneas, ambiente propício para a atividade industrial: uma maior concentração urbana oferece mão de obra a custo baixo e mercados dinâmicos para escoar a produção. A sociedade tornou-se mais complexa, suas relações mediadas por grandes organizações e instituições. Uma entre as muitas consequências dessas mudanças foi o gradual distanciamento entre produtores e consumidores. E é importante analisar essa divisão.
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Encontrinho MutGamb - Ubatuba

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--- O coletivo MutGamb realizou um encontro de trabalho no fim de novembro em Ubatuba, em parceria com o projeto Ubalab, O objetivo do encontro era decidir sobre planos futuros, metodologia de trabalho dos diferentes projetos e definir equipes e responsabilidades. Em breve publicaremos por aqui as decisões tomadas, assim como mais informações sobre projetos atuais e futuros. Vem bastante novidade por aí... var flattr_uid = 'efeefe'; var flattr_tle = 'Encontrinho MutGamb - Ubatuba'; var flattr_dsc = 'O coletivo MutGamb realizou um encontro de trabalho no fim de novembro em Ubatuba, em parceria com o projeto Ubalab,O objetivo do encontro era decidir sobre planos futuros, metodologia de trabalho dos diferentes projetos e definir equipes e responsabilidades.Em breve publicaremos por aqui as decisões tomadas, assim como mais informações sobre projetos atuais e futuros. Vem bastante novidade por aí...'; var flattr_tag = 'encontrinho,mutgamb,ubalab,ubatuba'; var flattr_cat = 'text'; var flattr_url = 'http://mutgamb.org/blog/Encontrinho-MutGamb-Ubatuba'; var flattr_lng = 'en_GB'

Encontrinho MutGamb

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Nesse fim de semana, o Ubalab recebe em Ubatuba integrantes do MutGamb para um encontro de trabalho. Vamos passar as tardes de sábado e domingo juntos, conversando sobre caminhos possíveis, debatendo projetos futuros do MutGamb e sua interface com a rede MetaReciclagem. Certamente vamos explorar ideias para viabilizar o Encontrão Hipertropical de MetaReciclagem, a se realizar em maio do ano que vem. Também aproveitei para convidar o pessoal a participar do lançamento do meu livro na Fundart, amanhã à noite. Pedi que cada um trouxesse consigo um caderno, para anotar e rabiscar impressões durante a viagem - se resultar em material interessante, vamos digitalizar e montar alguma coisa com isso...

Os convidados ficarão hospedados no Aldeia Hostel, que gentilmente cedeu uma sala (o antigo laboratório da escola contígua) para trabalharmos durante o fim de semana.

Ciência Comunitária

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Publiquei esse texto no blog do Festival CulturaDigital.Br e na área Rede//Labs do Arquivo Vivo. É também a base do meu pré-projeto de pesquisa no mestrado na Unicamp que começo ano que vem.
Na última década e meia, a crescente disseminação de tecnologias de comunicação em rede propiciou o surgimento e a potencialização de novas formas de criação de conhecimento, com base em arranjos sociais distribuídos e colaborativos. Essa tendência é patente por exemplo no movimento do software livre que, se já existia desde antes da internet comercial, acabou por ganhar massa crítica uma vez que indivíduos e grupos puderam usar a rede para aprender uns com os outros, resolver problemas, explorar novas ideias e publicar código-fonte para ser livremente apropriado e modificado. O resultado foi o surgimento de ecossistemas informacionais autogeridos e baseados em uma emergente ética hacker, impulsionando a evolução colaborativa de conhecimento comum. A comunicação em rede levou também sua influência a outros campos: a desintermediação radical da produção cultural a partir da disponibilização de conteúdo com licenças livres orientadas à generosidade intelectual, a multiplicação dos espaços para debate público com os blogs e redes sociais, a disponibilização ampla de recursos didáticos multimídia, e assim por diante. Em todas essas áreas, ganha força um vocabulário com termos como "livre", "distribuído", "colaborativo", "autogerido".

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