Esse post estava planejado desde a criação do blog. Chegou o momento que muito adiei, mas que é inevitável. Hora de falar dos meus próximos projetos literários. Ou: vida pós-Areia. Como perceberam, há a tag “egocrap” ali para que o leitor identifique o tipo de post e evite.
Logo que publiquei o Areia nos dentes tentei pular para a escrita de um segundo romance, direto, sem escalas. Era uma história no espaço sideral e envolvia um casal de mulheres, o fim do mundo e guerras religiosas. Escrevi umas 20 páginas A4 da obra, que se chamaria O fim do mundo: um resumo. O que fiz com essas 20 páginas? Foram para o lixo, claro. Não só porque estavam medíocres, mas também porque o livro parecia Areia nos dentes 2. Foi nesse momento que ecoou a frase do Philip Glass, “mais importante que um artista encontrar a sua voz é ele perder a sua voz”, i.e., não se repetir ad infinitum, se recriar a cada obra.
Então fiquei uns vários meses sem escrever uma só linha, lendo muito e colhendo idéias. Comecei a escrever um segundo romance, que se passa nos dias de hoje, envolve relacionamentos fracassados, uma intelectual, um bebê morto, a cidade de São Paulo, e muita influência de Coetzee. Após 15 páginas, inscrevi o romance no Funarte (obviamente não ganharei) e batizei (porque fui pressionado a escolher um título para o concurso) o livro-a-ser-escrito de “As malditas perguntas”. Não é um bom título, eu sei.
O que aconteceu com esse romance? Desisti dele? Não, não, nada disso. Só não estou escrevendo ele agora. Por quê? Porque a leitura de três livros¹ me levou a querer escrever, sem parar, contos metaliterários. Escrevi eles por diversão, porque sentia vontade de brincar com isso, e tec-tec-tec, fui escrevendo (ainda estou com uns pela metade). Os contos ficaram bons, na minha opinião. Me considero melhor romancista do que contista, mas ali naquelas linhas tinham coisas bem legais. Em dúvida se publicava ou engavetava os contos, surgiu a Ieve, que procurava um tema para seu PGD (o trabalho de conclusão dos estudantes de design). Ao contrário de nós acadêmicos, a turma do design tem como trabalho final um trabalho de fato. O dela será, então, fazer uma edição luxuosa para meu livrinho de contos (uso o diminutivo porque é realmente pequeno o livro). Capa flexível, fotografias que ela vai tirar especialmente para cada conto, design primoroso, &c, &c.
Penso nesse livro como um EP. Assim como as bandas, nos dias de hoje, entre dois discos completos, com 12 músicas na média, lançam um disquinho curtinho com 4 faixas, entre dois romances, quero lançar esse livro de contos. Quem sabe como acontece com várias bandas, o livro não angaria uns fãs bizarros que vão jurar pelo resto da vida que aquele EP foi a melhor coisa já produzida? (risos) Além do mais, usei aqui o termo EP como metáfora porque EPs geralmente sinalizam a direção que a banda está tomando, conceitos que desenvolverá melhor no próximo LP. Acho que meu livro de contos será bem sintomático do rumo que seguirei no segundo romance.
O plano é que o livro de contos saia pela Não Editora na metade de 2010. O título? Assim que eu definir ele (estou entre 4 opções), comunico aqui.
Eu até gostaria que outra editora bancasse o livro de contos, porque pagar do meu próprio bolso para publicar é sempre arriscado, e nada indica que esse livrinho de contos venderá tão bem quanto meu Areia nos dentes². Mas dificilmente uma editora aceitaria um projeto gráfico de outrem já completo. Então nem vou tentar.
Já meu segundo romance, quando terminar de ser escrito, esse sim, tentarei publicar por outra. Sei que alguns vão me xingar de “vendido”, me acusarão de covarde, etc. E eles tem um mínimo de razão. O problema é que esse lance de “pagar para brincar” é complicado e pouco recompensador. Não dá para fazer isso a vida toda. Existe, claro, a enorme possibilidade de que nenhuma editora grande me publique. Daí talvez seja hora, então, de repensar umas coisas, de cogitar que eu talvez não tenha sido feito para essa tal de literatura. Não falo de deixar de escrever, isso para mim seria impossível, mas escrever para mim e só, talvez liberar os textos online, grátis. Parece um caminho, se tudo der errado. Mas pagar e sofrer para publicar não dá pra se fazer a vida toda. Existe também a possibilidade de que a Não cresça tanto que se torne uma grande editora. Quem apostaria que não?
¹ Os três livros são: Llamadas telefónicas, de Roberto Bolaño (embora eu pudesse mencionar um conto do Gaucho insufrible e outros do Putas asesinas), Exploradores del abismo, de Enrique Vila-Matas, e Sonho interrompido por guilhotina, de Joca Reiners Terron.
² Obrigado a todos que compraram, vocês me fizeram recuperar o investimento. Obrigado pela confiança, espero que o livro tenha dado algo em troca.
De nuevo Ramón Miranda , nos sorprende con una nueva versión de su GPS ( Gimp Paint Studio ), proyecto que amplía y mejora las herramientas de GIMP dedicadas a pintura digital .
En la nueva versión, se amplían los pinceles, presets, paletas de color y texturas, se potencia el apartado dedicado a lapiz, tiza y carboncillo y se mejora el soporte para GIMP PAINTER de forma que aquellos que posean una tableta digitalizadora puedan exprimir al máximo la potencia de Gimp para dibujo y pintura.
Sólo tenéis que descargar el set de herramientas y seguir las instrucciones del manual de GPS para sacar todo el provecho a Gimp y GPS.
Aquí tenéis una muestra de algunos pinceles bastante interesantes:
Aquí os dejo una muestra de trabajos de pintura hechos con Gimp y GPS por el propio Ramón Miranda:
Descargar Manual de GPS · PDF · 3 MB
Desde aquí mi más sincero agradecimiento a Ramón por su excepcional trabajo que, me consta, lleva tras de sí un enorme número de horas, esfuerzo e ilusión.
Más información:
jEsuSdA 8)032494207605136270730531679787826638109402869894984563577144124893303881669529121616595723777777739010435673956865863425072164430239448554751149015559001035717712988603744043427767Bueno, esta tarde a las 19:00 comienza una temporada del Laboratorio del Procomún de Medialab Prado en la que vamos a discurrir y reflexionar sobre la obsolescencia. La idea que tenemos es ordenar y definir unas cuantas docenas de palabras tan dispares como “carcasa”, “moda”, “LCD”, “bolsillo” o “teclas” en las sesiones quincenales o mensuales a lo largo de la temporada, con el objetivo de representar todo de una manera sencilla e intuitiva. Si vives en Madrid y te interesa el diseño, la publicidad, el marketing, la ingeniería o la electrónica, date un paseo hasta el barrio de los museos y ven a vernos. Para los foráneos montaremos una wiki o herramienta similar para que puedan colaborar cómodamente desde sus provincias y países. Paso nota de prensa:
lugar: Medialab Prado · Plaza de las Letras, C/ Alameda, 15 Madrid (ver en Google Maps)
Sesión abierta dirigida a plantear nuevas propuestas y redefinir las que hasta ahora se han ido desarrollando en los distintos grupos de trabajo del Laboratorio del Procomún.
En esta jornada se presentarán los objetivos y propuesta de actividades de los diferentes grupos de trabajo para este curso. La reunión está abierta a todas las personas interesadas en escuchar las propuestas o inscribirse en alguna de ellas.
Se presentarán los objetivos y propuestas de actividades de los proyectos que ya estaban en marcha dentro del Laboratorio, como Obsoletos (transformación de residuos tecnológicos), La hemeroteca audiovisual como procomún (derecho de acceso y uso de los archivos audiovisuales de los medios de comunicación), Cultura(s) de lo común (reunir los términos y conceptos que conforman la(s) cultura(s) de lo común), Cuerpo Común (crítica de las nuevas modalidades del poder implícito en el pos-posmodernismo en relación con los cuerpos) y Ontología jurídica libre (construcción de la ontología jurídica libre basada en el Open Government Working Group).
También se propondrán nuevos proyectos: Estética y política del procomún, Fluxstudio – Creación multimedia y Software Libre, Gráfica distribuida y Ecología y pro-común: Colaboración ciudadana y visualización de la información. [+info]
I used to be the biggest user of Google Reader. At one point the Google Reader team told me I shared more items than anyone else. But lately it's a rare month I've checked into it and Twitter is in the process of adding a new feature -- lists -- that is getting me off of Google Reader altogether.
Why?
Several reasons:
1. Google Reader is FREAKING SLOW. It sometimes takes longer than a minute to open it up. "But my Google Reader account is super fast," I can hear you saying. Yeah, but you don't have any friends and you don't have many things you are subscribed to. Compare to Twitter lists or Twitter itself. I'm following 10,000+ people. More than 100,000 are following me. Yet Twitter opens instantly.
2. Google Reader's UI is too confusing. Yeah, I know how to use it, but really, do we need "like" and "share" and "share with note?"
3. It makes me feel guilty. I have 1,000 unread items. Twitter doesn't tell me that.
4. The social network features suck. Managing friends in Google Reader is slow, and hard to do. Not that Twitter or Facebook is perfect but they are a LOT better than Google Reader. I am following more than 10,000 people, brands, objects etc in Twitter. THERE IS NO WAY I could do that efficiently in Google Reader.
5. I see most news faster on Twitter than in Google Reader. Where did Marissa Mayer announce Google's deal with Twitter? On Twitter. It didn't show up on my Google Reader until later after everyone had written blog posts.
6. Headline scanning is easier, and more interesting for some reason in Twitter than even in Google Reader's list view.
7. Did I mention it's many times faster to open Twitter than Google Reader?
8. iPhone apps are much more robust and better for sharing, retweeting, etc. Google Reader apps (and I have five on my iPhone) don't make it easy to share and reading on them isn't as nice as it is on, say, Tweetie.
Add it up and I just don't look forward to opening Google Reader the way I once did.
So, want some examples?
Well, here's some lists (you'll need to have the new lists feature -- unfortunately only about 25% of Twitter users have that so far, if you can't view these you'll need to wait a few more days until Twitter turns on your account):
1. Tech News Brands. These are brands like TechCrunch, New York Times, Mashable, Venture Beat, and many others. 331 news brands included here, but no people. This list is awesome and contains NO NOISE of the "I had a tuna salad sandwich for lunch." This kind of list is going to prove revolutionary for Twitter users.
2. Tech News People. These are the journalists and bloggers who report the tech news. So far I've gotten 177 people on this list (expect all my lists to grow over next few weeks as I go through my Twitter account).
3. Venture Capitalists. This list has a TON of venture capitalists. More than 300 when I wrote this post.
4. My favorite Twitterers. For the past two months I've clicked "Favorite" on Tweets more than 7,000 times. These are the 500 people I faved the most. (I would have added more people to this list, but 500 is the maximum that can be placed on one list).
On my Twitter account you'll find many other lists too that I'm working on, but these four are the most built out ones.
What lists would you like to see me build?
Do you agree or disagree that Google Reader is becoming less and less useful now that Twitter and Facebook are hyper popular? If you disagree, why?
(author unknown)08318755377723658471163500866229429512111757839010390612351318207715495473624530108603842926910659011070773752051808177016377511475343099729061452897179611754350570996852039248936401058726096188651751108685353088559153630298372382387431287204661536165460375444061815697275532151361349593476861429269712906126199035927703011231047855069465470812294602706025644809156637488286871215180984682789414921320076733467687276268407953553236052889489028926940889138045051456748656825677763807801477824617626222074096907290827005461387042252111812314718191178149254466983114562337275525327930955609908442136496403864210890605364602094724333698938340660629847863914255776000369498870213542158047052688934754434941191238444043112070704995384865147570750179967496507274913880869165971660082861606195276720907251586043113694100786981120049043375312275045917498845779468413893136066750931507755460627148082780663440918438025663153160646119714373225791318481077852528069261346603102957890764494868161873672565033196310998135029791662967308207452593171852998003636474794705194341763626693092135849912509578172829442541069834540185470952700455279307685549077212041855662505146136135063975940734543370149990198006735187311261289401220609938000833046911876119450121702918089665703901091841928641940975051878458154296372190145655154812015164215914034650023488080062674921431353925661024951336295600502108495115777876505400002881040542270932690570879136451863839207984348951358743984105754306157423647990614692190850158544501327513857381613296139947770775076674610012315182536648926113235392524960658102086131262829543218821150386246570375030212960342761950556145043268490125670252301831062716994432141707843705354554232198142569100143081219571704867708200068339001014446539998601099133497575808881605401511932503781206952506392689305963812258132486189612560380230270644086153333943117042575778671160987045540329450156717451677197547016745926208242394869411815430161622643273671009541317461550397411667413683395496042463087Hoje visitei um depósito de eletrônicos nos arredores da Santa Padroeira dos Eletrônicos, a Ifigênia junto com a Maira Begali, o Marcelo Braz (que há mais de ano desenvolve uma pesquisa-ação com sucateiros da região) o Pauo Fehlaer e o Filipe Pacheco (da leia mais
(author unknown)No último dia 23 foi enviado ao ministro da Cultura, Juca Ferreira, um apelo pedindo a imediata publicação da reforma da lei de direitos autorais. O documento, assinado pelo Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação Da Universidade de SãoPaulo (Gpopai/USP), Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, Ação Educativa, Instituto Paulo Freire, Movimento Música Para Baixar, Sérgio Amadeu, Ladislau Dowbor e Ivana Bentes, diz temer que o importante debate feito sobre a questão se perca com a aproximação do fim do ano e as consequentes dificuldades de envio da proposta ao Congresso Nacional.
“Tratar-se-ia, neste caso, do desperdício de uma oportunidade histórica de elaborar uma proposta avançada, adequada à nova realidade tecnológica e às necessidades efetivas da sociedade brasileira que hoje carece de respaldo legal para desenvolver de maneira adequada a educação e a cultura do país”, diz o apelo.
A movimentação acontece semanas antes do III Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, que este ano se dedicará à análise das propostas de revisão da Lei de Direitos Autorais. Para debater essa reforma, foi criado um grupo de discussão no Fórum da Cultura Digital Brasileira: http://culturadigital.br/groups/reforma-da-lei-de-direito-autoral. Participe!
Ladislau Dowbor,For the latest news in PHD Comics, CLICK HERE!
(author unknown)076269101394553400640020125102605887567806715572903698865996084854315893135141490956081594709655113510023371808800972336075338077272707432821099407554217104763913878767205990898134118559605087721368911300146777824284771507572649875661110245084155307267483684611193130636982160032001610771946456221356171006152798841551630758557100493448262501574965767356101204067271762193510148930177773352820763911410641139817138061492095650228523424495740721119710174710766718398842288415130580127454290000629539951077724755508052574609756649231226075399013472027339462337320856432684485160826305651582209275005007069405582152476650460787278324069740492615123292952798571684So at the end of last year and into the beginning of 2009, the folks at the extreme craft blog were soliciting for submissions for their 1000 ideas for creative reuse book. And since creative reuse is the very essence of hacking, I decided to submit my ( at the time new ) mp3 grenade project. It got into the book! So my idea is idea number 579 of 1000 fairly amazing ideas. Review and more after the click!
Now my review:
The one review on amazon.com gives it five stars, but the buyer laments that the title implied that it would be more instructional than it was. True, it’s definitely light in the extreme on instructions. But, at 1000 ideas, I can’t imagine just how much text based instruction you would actually be expecting.
I wouldn’t buy this expecting a lesson in design methodology. Hell I wouldn’t ask you to trust me on design methodology. But, that’s not where I see value in this book. To me, it’s kinda of a coffee table book. Something fun to look at, and somewhat inspirational. You can pick it up turn to any page and just see creative and unique ideas flow. For me, that’s of the utmost value. They say genius is 10% inspiration and 90% perspiration. Well, you can’t start on the remaining 90% without the first 10, so you may as well start getting inspired if you want to be a genius.
Anyways… the book is available from amazon here: Amazon.com I don’t make a dime off the book, and I still say it’s worth the purchase. But that’s just me. I also hate e-readers, so maybe you shouldn’t listen to my opinion. Think for yourself.
Se escreves novelas de Ficção Científica o de Terror Fantástico aqui tens uma oportunidade interessante para publicar: a Colecção Мир, que verá a luz do dia no primeiro semestre de 2010, procura novos valores em língua portuguesa.
Big, exciting news! The flag ship website of the U.S. government, Whitehouse.gov, just relaunched on Drupal. This is a big day for Drupal, and for Open Source in government, and something all of us in the community should be very proud of.
First of all, I think Drupal is a perfect match for President Barack Obama's push for an open and transparent government -- Drupal provides a great mix of traditional web content management features and social features that enable open communication and participation. This combination is what we refer to as social publishing and is why so many people use Drupal. Furthermore, I think Drupal is a great fit in terms of President Barack Obama's desire to reduce cost and to act quickly. Drupal's flexibility and modularity enables organizations to build sites quickly at lower cost than most other systems. In other words, Drupal is a great match for the U.S. government.
(author unknown)02226537524467692396008242634587926952191640737314014593415415587460195403900234159869407189594663081278008849949174486406038630443826209115145111847831712191431326728668425108128400423205030053181837068490468281753382291022778346677774919216838566061831416765177670909596943682421689452395528129271600508554775247567927043533883416066101930206828016628171842505875603266875499751085167847250910438531419125591457647799309589392513687566561056053878568756407431578584733913807283908740903018012632267149457778384149582430910991415981715417511358211372347626546100807005796332903341007724639095651087018310627169944321417002438714591625739770990578511936918433909945256303147191465034291379611719073001431598162114681659813052690566698525223076603017421342635490442310456612027212115438768546062782790045344517024967554291221991744134250943511513196870436347780015143992773090878270357352914698071417100238025361525456815164769682010061268380955995325683931545604036784577993996482Dia desses, ao trocar ideias com Marise, lembrei deste texto publicado por Jorge Luis Borges no livro “História Universal da Infâmia”, que eu acredito servir de metáfora para todas as nossas tentativas de buscar explicações perfeitas para qualquer coisa. Transcrevo tal como na 3ª edição(1986):
DO RIGOR NA CIÊNCIA
…Naquele Império, a Arte da Cartografia atingiu uma tal Perfeição que o Mapa duma só Província ocupava toda uma Cidade, e o Mapa do Império, toda uma Província. Com o tempo, esses Mapas Desmedidos não satisfizeram e os Colégios de Cartógrafos levantaram um Mapa do Império que tinha o Tamanho do Império e coincidia ponto a ponto com ele. Menos Apegadas ao Estudo da Cartografia, as Gerações Seguintes entenderam que esse extenso Mapa era Inútil e não sem Impiedade o entregaram às Inclemências do Sol e dos Invernos. Nos Desertos do Oeste subsistem despedaçadas Ruínas do Mapa, habitadas por Animais e por Mendigos. Em todo o País não resta uma outra relíquia das Disciplinas Geográficas. (Suarez Miranda: Viagens de Varões Prudentes, livro quarto, capXIV, 1658)
Tagged: Borges, reflexões O velho cego também explora ideia parecida no conto "O Congresso" (que queria 'representar' o mundo). Reli semana passada ;)Hoje é o lançamento oficial da versão alfa da Pio.la, uma plataforma de conferências virtuais e abertas para inovadores latinoamericanos, onde se cria eventos em que qualquer pessoa pode participar por meio de vídeo em linha (streaming). Com isso, se pretende promover o empreendedorismo e a inovação na América Latina, e contribuir na criaçã de comunidades.
E, mesmo sendo o lançamento, Pio.la já abriu suas portas para a comunidade e já registrou mais de 100 usuários iberoamericanos. Chamando a atenção, tanto dos fundadores como da audiência em geral, a boa adoção que este novo webservice.
“A audiência da Pio.la é as pessoas interessadas em temas relacionados com tecnologia e empreendedorismo na web. Conferencistas hispanos interessados em compartilhar seus conhecimentos do setor, e empreendedores em busca de possíveis clientes e investidores para seu projeto”, consta no comunicado à imprensa.
PiolaBarcamp
Se quiser ser um pioleiro, pode entrar e se registrar aqui, especialmente porque às 20h iniciará a 5a edição do PiolaBarCamp, o único barcamp online que acontece no mundo, e onde diferentes pessoas podem se registrar para dar uma desconferência virtual de 20 minutos.
O tema desta ocasião é empreendedorismo na web e, para isso, contará com vários apresentadores. Do Brasil, por exemplo, estará Diego Remus, editor do Startupi, cuja apresentação será Redes de Negócios.
Para Diego,que foi uma das pessoas que testaram a plataforma para o dia do lançamento, PiolaBarCamp permitirá que os usuários tenham uma prova da relevância que uma ferramenta como Pio.la pode ter. “Gosto da idéia de uma plataforma para criar eventos online, penso que é original”.
Segue a lista de apresentações com a sua respectiva hora (lembrando que Pio.la tem seu próprio relógio para que se possa ver na homepage e comparar com a diferença horária de cada país:
Siga Pio.la no Twitter, participe na página de Facebook e no grupo do LinkedIn.
Este post foi escrito em espanhol por Lina Ceballos e publicado no Pulso Social, parceiro do Startupi para a América Latina.
While most conversation aggregators are concerned with harnessing your river of data, Mozilla is breaking it down into manageable raindrops. According to a morning blog post on the Mozilla Labs site the company is launching the prototype for Raindrop 0.1, a product that they're calling "open messaging for the open web". While Mozilla's Snowl Firefox Add-On made it possible to follow streams and rivers of messages in your existing browser, Raindrop offers what appears to be a much cleaner interface and an API to hack on your own personal conversation dashboard.
Raindrop's mission is to "make it enjoyable to participate in conversations from people you care about, whether the conversations are in email, on twitter, a friend's blog or as part of a social networking site." Essentially, Raindrop is cutting out the noise and pulling in the information that is actually of interest.
While email clients can filter bot and spam messages, it's more difficult to discern between personal and general messages from real people. With Raindrop, users messages are categorized and prioritized. For example, in Twitter your direct messages and reply messages are highlighted while the rest of the stream is cast aside. Meanwhile, mailing list messages are also given their own category, separate from personal emails. As with most Mozilla products, the group will encourage front-end widgets and code from outside 3rd party developers.
While the tool certainly shows promise, it is currently only available to developers. The group's first priority is to build a downloadable installer. To ensure that you're one of the first non-developer testers, keep an eye on labs.mozilla.com/raindrop.
Raindrop UX Design and Demo from Mozilla Messaging on Vimeo.
Thanks to Arjo for the tip!
Discuss Dana Oshiro11822496793097396577142212196807743141230449446877460236490209415821318242054459179353625542088299011730070535559236406709413895889909808995035101577259089420251360667509315077554617311887303618556006094340054405291515501523396027321423764106326769190720174854129603427619505561450548703694565748588407516445921722828498007053606508472408611704257577867116098705497957408809786153058227727497808384950453702797829189974017743217738758122051095457101289837896201796314462666483016108883605547794892554Acho meio palhaçada ficar falando de si e comentando resenhas no próprio blog, mas a verdade é que queria escrever umas linhas sobre a Copa, e queria mais do que os 140 caracteres do twitter. Para esse tipo de post cirei a tag “egocrap”. São posts facilmente identificáveis e evitáveis, portanto.
Então. Tem a Copa de Literatura, certo? O “evento” virtual criado pelo sr. Murtinho que é uma espécie de prêmio com transparência. Não quer dizer que seja mais justo ou mais inteligente que qualquer outro prêmio, apenas que os autores e leitores ficam sabendo por quais motivos um livro ganhou e outro perdeu. É, portanto, uma proposta mui interessante. Ainda que, por parte do autor, exija maturidade para aguentar a crítica e, algumas vezes, a falta de educação dos comentadores. Tenho sérias dúvidas sobre minha maturidade.
O meu romance Areia nos dentes está participando da Copa de Literatura. Hoje saiu o resultado do primeiro jogo, onde ele enfrentou o mago Paulo Coelho. Você, leitor, pode pensar: 850 exemplares de Areia nos dentes vs. 200 mil exemplares da primeira tiragem de O vencedor está só. Ou: zumbis são facilmente aniquilados por um spell de um maguinho level 7 em qualquer RPG. Ou, um pouco mais realista, você, leitor, sabe que Pablo Conejo, Paul Rabbit, não é lá mui respeitado pela crítica, e que até um humilde (cof) romance de estréia tinha fartas chances.
Enfim, ganhei. Acho que a resenha do Fernando Torres fez uns comentários bem acertados sobre meu livro, a ver: a) é um romance de iniciante que peca, de fato, por excessos, e por querer mostrar todas as referências de música e cinema. Esses dias folheei o livro e me deparei com uma referência totalmente gratuita a Terry Gilliam. Ah, a juventude; b) Ele captou tri bem a diferença estilística entre os dois eixos narrativos, não tinha visto isso em outra resenha ainda; c) Ele concorda comigo que a Parte 2 é bem melhor que a Parte 1. Como é agradável concordar com um crítico.
O futuro: enfrento Daniel Galera em jogo julgado pela Beatriz Resende, a famosa (e competente) crítica carioca. O curioso é que a leitura crítica que o Galera fez do primeiro tratamento do meu Areia foi das mais úteis. Pouco imaginava ele… O legal é que combinamos, eu e ele, que quem ganhar, paga uma cerveja(da) para o perdedor. Então não tem problemas em perder. Cá entre nós, acho que o Galera leva essa, e por mim tudo bem, embora eu considere Mãos de cavalo muito superior ao Cordilheira. Do contrário, serei interrompido na próxima fase, a semi-final, que tem o Dr. Plausível como árbitro. Tenho um histórico de discordar de 57,3% do que o Plausível fala, então acredito que buscamos coisas bem diferentes na literatura. “Que pessimista, como você tem tanta certeza que não chegará na final?”. Bom, eu realmente acho que meu livro não tem os colhões peludos o bastante para chegar lá, e, preciso confessar, tenho uma trampa. O Areia é o único livro de editora independente, certo? E eu sou sócio da editora, certo? Pois bem, se o livro tivesse chegado na final, o organizador da copa teria que pedir mais uns 10 exemplares do meu livro para os outros críticos (todos julgam a final). A editora, no caso, soy yo (e outros sócios) e eu ficaria sabendo. Sacana, não?
"Mr. programmer
I've got my hammer
Gonna smash my, smash my radio!"
Ramones, We want the airwaves
"Para explicar como as forças astrológicas poderiam produzir ação à distância, Mesmer postulou um fluido sutil que ele chamava fluidium, um meio diáfano que comunicava vibrações lunares para as marés da mesma forma que possibilitava que Venus e Júpiter ajustassem os destinos humanos. O fluidium tomava forma no conceito Newtoniano de éter, um fluido invisível que permearia o espaço e serviria como meio estático para a gravitação e o magnetismo, bem como sensações e estímulos nervosos. Para Newton, o éter servia para explicar como os corpos distantes do sistema solar comunicavam-se uns com os outros, e ao mesmo tempo livrar-se da abominável ideia de um universo em que existisse o vácuo."
Erik Davis, Techgnosis
Eletrônicos equipados com wi-fi são geralmente vistos somente como dispositivos de acesso à internet. Entretanto, assim como Brecht propôs para o rádio, é possível pensar em um uso alternativo das tecnologias sem fio para a criação de redes informacionais locais, não conectadas à internet e que não dependam de uma infra-estrutura centralizada. O acesso ubíquo à internet tem certamente um aspecto de integração, mas por outro lado também traz uma grande alienação do sentido de local: cinco pessoas sentadas em um café acessando seu email ou orkut com wi-fi são cinco pessoas mantendo-se alheias uma à outra e ao entorno. É certamente possível argumentar que essas cinco pessoas podem usar a internet para acessar informação local, mas é raro que tentem. Mesmo quando buscam esse tipo de informação, acabam buscando em estruturas centralizadas como o google ou a wikipedia.
Um dos conceitos fundadores da rede Bricolabs foi o de infra-estruturas genéricas de informação (generic information infrastructures). Em essência, tratava-se de adotar padrões abertos de comunicação para a criação de redes para usos múltiplos e não determinados, fazendo uso de dispositivos genéricos de informação (os GIDs, generic information devices) e tratando de incentivar a apropriação de possibilidades técnicas e como implementá-las. Buscava-se delinear estratégias para o desenvolvimento de ciclos de inovação baseados em informação livre (hardware aberto, software livre, espectro aberto e conhecimento/cultura livres). Foi a partir desse posicionamento que a Bricolabs conquistou o apoio e participação de pessoas e coletivos em todo o mundo que atuavam em projetos que compartilhavam dessa perspectiva, além de ter criado campo para o desenvolvimento de projetos relacionados, como o Bricophone.
Em todo o mundo, a tensão entre a liberdade na rede e as políticas de controle usando pretextos diversos - pirataria, pedofilia, etc. - chama a atenção para uma questão hipotética mas ainda assim presente: o que acontece quando alguém puxar a tomada da internet? A estrutura de domínios, que dá identidade à rede permitindo que as pessoas saibam como acessar os sites de outrxs, é controlada por uma organização norte-americana. A criação de infra-estruturas genéricas e autônomas, além de objetivamente possibilitar arranjos de rede diferenciados, também atua no sentido de desenvolver estratégias de sobrevivência para o pior cenário.
Rob van Kranenburg, um dos criadores da Bricolabs, publicou pelo Institute of Network Cultures de Amsterdam um ensaio chamado "The Internet of Things", em que chama a atenção para a necessidade de combater o hábito da indústria de TI em encapsular o conhecimento que embarca no desenvolvimento de seus produtos. Para fazer frente a essa tendência, é vital que se criem espaços de experimentação técnica e social, em que seja possível explorar (mesmo que à força) a indeterminação potencial dos mais variados dispositivos eletrônicos de comunicação. Esses espaços têm emergido em todo o mundo, atuando em rede e construindo ciclos de aprendizado e inovação que passam longe das estruturas tradicionais. No Brasil, uma dessas redes é a MetaReciclagem, que conta com algumas centenas de integrantes e dezenas de projetos e espaços.
Desde que a MetaReciclagem começou a ser articulada, em 2002, alguns de seus integrantes tinham a intenção de desenvolver redes sem fio autônomas baseadas em hardware remanufaturado e software livre, mas só recentemente os equipamentos para conectividade wi-fi têm se tornado mais acessíveis. Hoje e possível retomar essa intenção original da MetaReciclagem, buscando as referências da rede Bricolabs e do projeto mimoSa, e aproveitando o conhecimento compartilhado por projetos como Burnstation, Freifunk, Guifi, Hive Networks e RedeMexe.
O núcleo Desvio propõe, nesse sentido, o desenvolvimento de zonas autônomas sem fio (ZASF), um conjunto de soluções de hardware e software para a criação de redes wi-fi autônomas para diversos usos experimentais e informacionais. É uma ação de uso crítico de tecnologias cada vez mais abundantes para a criação de zonas autônomas sem fio.
Um aspecto técnico do wi-fi - a criação de redes "ad-hoc", de ponto a ponto - pode ser estendido para a criação de redes mesh, em que cada equipamento conectado torna-se também parte de uma infra-estrutura compartilhada de rede. O projeto ZASF articula a implementação dessas redes com uma reflexão sobre algumas polaridades que emergem: criação de sentido local ou dissolvência na internet; compartilhar e acessar informação livre ou ensinar e aprender a partir da descoberta e do desafio; usar ferramentas comerciais remotas ou manter serviços de rede no próprio computador; etc.
Uma possibilidade ainda pouco explorada é o reuso de hardware para estabelecer as redes autônomas. Qualquer computador feito nos últimos dez anos é mais do que suficiente para oferecer serviços de rede como servidor web com sistemas colaborativos de gestão de conteúdo - wikis e blogs; servidor de chat e mensagens instantâneas; armazenamento e acesso de arquivos de mídia e documentação; e até serviços de stream de áudio e vídeo. Os aspectos de descentralização e auto-replicação das redes mesh também são estendidos ao projeto através da disponibilização de documentação e de todo o software necessário para a criação de redes semelhantes em outras localidades e contextos.
Na prática, o protótipo de ZASF é uma rede mesh localizada em espaço público, e acessível a qualquer dispositivo que queira se conectar a ela. Uma vez dentro da rede, qualquer tentativa de navegar na internet direciona o dispositivo para um site local, que dá acesso aos diferentes serviços disponíveis - wiki aberto, chat, diretório de mídia compartilhada, documentação técnica e conceitual sobre a própria rede, tutoriais e software para replicação, etc. Dependendo do contexto, a rede pode oferecer conteúdo específico, atuando como totem wireless ou espaço de informação.
Vamos publicar toda a documentação relacionada ao projeto ZASF na
tag "wireless" do blog desvio
Semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado passou o novo projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB- MG), que obriga as lan houses e cyber-cafés a cadastrar todos os seus usuários de internet com nome, número de identidade e identificação do computador com horário e data do uso. Segundo Azeredo, o objetivo da medida é combater os crimes na rede. No entanto, ela já está causando polêmica pela interferência causada na liberdade individual dos cidadãos, para não citar os problemas econômicos e sociais envolvidos…
Na tentativa de levantar a discussão, conversei rapidamente com o pesquisador Luiz Moncau, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio. Para ele, a lei tem como problema inicial criar mais restrições e mais obrigações para as LAN-Houses, “setor que hoje é o principal responsável pela inclusão digital no Brasil e que sobrevive, em larga medida, na informalidade, graças à legislações muito rígidas quanto ao seu funcionamento”, comenta.
A legislação também impõe penas muito duras para seu descumprimento. O projeto de lei estabelece multas em valores que vão de R$ 10 mil a R$ 100 mil, havendo até a possibilidade de cassação do alvará de funcionamento em casos de reincidência. Será que os donos de LAN-Houses teriam condições de sobreviver a uma punição desse tipo? Dê a sua opinião no grupo de discussão Direito Informático, criado por um usuário do Fórum da Cultura Digital Brasileira.
Material Almanaque Cultura Digital 2007 Almaque Cultura Digital 2006 ALSA Animação Animando com o Gephex Apropriação tecnológica para a produção de vídeos e documentários em software livre Ardour Arduino Arduino no Slackware Arranjos e Sequenciadores Audacity Audacity Barra de Menus ÁUDIO BÁSICO ÁudioLab Básico da Interface + Seu primeiro gráfico: Loopeando Vídeos Bússola Puros Dados Casa Brasil – Projeto de Pesquisa.doc Casa Brasil Projeto CNPq – FINAL.doc Casa de Cultura Tainã Ciclo Gambiarra Cinelerra Como compilar um kernel real-time Como criar e configurar o ambiente de desenvolvimento do estúdiolivre.org? Como fazer um sensor de piso metareciclado. Como Fazer um Vídeo Tutorial SWF Computambor Conceitos sobre 3D Construa sua mesa multitoque CronogramasDeDesembolso3-3.pdf Cultura Digital 2003-2008 e FEC-UFF.odt CultureRobot CVS DEV DeVeDe Dicas de Busca no Google Documentação do código do estudiolivre.org Edição de vídeo em gnu/linux Editor de Seqüências Experiências com Displays Extraindo e convertendo legendas de DVDs Ezstream Ferramentas de Comunicação em Rede Fluxo Do Video GePhex Gimp Ginga GRAVAÇÃO, EDIÇÃO, MIXAGEM E MASTERIZAÇÃO GUIA PARA INICIANTES DE EXPORTAÇÃO DE VÍDEOS NO CINELERRA GVEEJAY HABILITANDO A PLACA DE CAPTURA DE SEU COMPUTADOR (IEEE1394 / FIREWIRE) Hardware – o computador Hardware e Sistemas Hydrogen I – Almanaque de Cultura Digital 2005 ICECAST II – Manual do “Se-virismo” – onde está o quê? 2005 III – faça você mesmo!!! 2005 Inkscape Instalacao do icecast no Linux Instalando softwares multimídia no Gentoo Interface de administração e resolução de problemas no Icecast Interface e dicas de uso Introdução ao Python para a Manipulação Sonora Introdução da Oficina de Produção Gráfica JACK Jahshaka JAHSHAKA – TUTORIAL DE USO (PARTE 1) JAHSHAKA – TUTORIAL DE USO (PARTE 2) Jubler JUBLER – TUTORIAL DE USO KERNEL KINO Kompozer KTorrent Ligando o Kit Multimídia Linux Apache Mysql e PHP no SLACKWARE 12 Lista de softwares livres para trabalho com vídeo MAEstream ManDVD Manual de Ferramentas Livres Manual do Hydrogen Manual do ManDVD Manual do PD – Capítulo 1: introdução Manual do PD – Capítulo 2: teoria de funcionamento Manual do PD – Capítulo 2: teoria de funcionamento (continuação) MANUAL ONLINE DO DVDSTYLER – VERSÃO 1.4 (PARTE 1) MEncoder – Conversor de formato de arquivo MIDI: softwares-instrumentos e performance ao vivo Mídias Móveis Mini Tutorial de Edição Multipista no LiVES modelo de relatório de viagem.doc Montagem do Laboratório Multimia Multiplexadores Navalha 0.333 beta NVU Oficina de Áudio Amador OFiCiNa dE eDiÇãO cInE tElA bRaSiL Oficina de Gênero e Tecnologia Oficina de produção de áudio com software livre Oficina de Som para Games Oficina de vídeo ficção Oficina de Videoclipe Oficina Se Joga na Rede Oficina Video de 1 min. Oficina: “Processos do vídeo” Oss2jack PD – Visão Geral Placa de som Tascam us122 Placa de Vídeo ATI Plano Basico de Acao Pontoes Cultura Digital.pdf PlanoDeTrabalho1-3.pdf PlanoDeTrabalho2-3.pdf Plugin Java Produção dos conteúdos para transmissão Produzindo Conteúdo Gráfico com Software Livre Projeto de montagem e manutenção de Centros de Produção e Difusão Multimídia no Estado de São Paulo Projeto Olho Vivo Projeto Olido Digital Projeto Para Organização de Eventos Nacionais e Internacionais de Puredata no Brasil Pulso Maestro Python Server Pages RÁDIO LIVRE Rede Repositórios do Estúdio Livre Rosegarden Scribus Se Joga na Rede CTO SLACKWARE LINUX Som Direto e Sonorização Stream STREAMING Testes de Equalização e percepção do timbre Trabalhos em andamento de Drica Veloso Transferindo vídeos de/para uma filmadora digital Transmissão de Áudio pela Internet e Web Rádios: Parte Prática Tutorial Básico de Edição de Vídeo no Blender tutorial blender Tutorial de instalação de pacotes cinelerra em sistemas Debian Tutorial de instalação de softwares no Linux TUTORIAL DE USO BÁSICO: CINELERRA Tutorial de uso: Darkice e Darksnow Tutorial de Uso: Montando um servidor de rádio com Icecast Tutorial do Audacity para leitura e Impressão Tutorial do freebirth Tutorial para construção de Banco de Sample. Tutorial para instalação do Cinelerra no Ubuntu Tutorial rápido do Hydrogen Ubuntu Um compilado de dicas da oficina Se joga na rede Usando Aptitude para instalar aplicativos no Ubuntu Videoclubismo VIDEOTRANS Vnc2swf ZynaddsubfxCongratulations to Brewster Kahle and Peter Brantley of the Internet Archive for the very exciting, maybe sea-changing debut of the BookServer initiative. Possibly some real competition to Google, Amazon and Apple.
Here is a re-post of Fran Toolan's detailed account of yesterday's event.
The Day It All Changed
October 20, 2009 by ftoolan
OK, sounds dramatic, but trust me, mark down October 19, 2009 as a day to remember.
Rarely, in my career have I been "blown away" by a demonstration. Tonight, "blown away" doesn't even begin to describe it. I should have seen it coming, but, I didn't. I was completely blindsided. I was blindsided by the vision of Brewster Kahle, the raw brilliance of his team, and the entire group of individuals and companies who played a role in Brewster's "convocation".
What I saw, was many of the dreams and visions of e-book aficionados everywhere becoming a demonstrable reality tonight. I say 'demonstrable', because by Brewster's own admission, it's not ready for prime time, but the demonstration was enough to make my head spin with the possibilities. But you don't really want to know that, so let me do my best to just report what I saw.
Let's start from the beginning...
Tonight, Brewster Kahle, Internet Archive Founder and Chief Librarian, introduced what he calls his "BookServer" project. BookServer is a framework of tools and activities. It is an open-architectured set of tools that allow for the discoverability, distribution, and delivery of electronic books by retailers, librarians, and aggregators, all in a way that makes for a very easy and satisfying experience for the reader, on whatever device they want.
Now that may sound fairly innocuous, but let me try to walk through what was announced, and demonstrated (Please forgive me if some names or sequences are wrong, I'm trying to do this all from memory):
* Brewster announced that the number of books scanned at libraries all over the world has increased over the past year from 1 million books to 1.6 million books.
* He then announced that all of these 1.6 million books were available in the ePub format, making them accessible via Stanza on the iPhone, on Sony Readers, and many other reading devices in a way that allows the text to re-flow if the font has been changed.
* Next he announced that not only were these files available in ePub form, but that they were available in the "Daisy" format as well. Daisy is the format used to create Braille and Text to Speech software interpretations of the work.
* There were other statistics he cited related to other mediums such as 100,000 hours of TV recordings, 400,000 music recordings, and 15 billion (yes it's a 'b') web pages that have been archived.
* He then choreographed a series of demonstrations. Raj Kumar from Internet Archive demonstrated how the BookServer technology can deliver books to the OLPC (One Laptop per Child) XO laptop, wirelessly. There are 1 million of these machines in the hands of underprivileged children around the world, and today they just got access to 1.6 million new books.
* Michael Ang of IA then demonstrated how a title in the Internet Archive which was available in the MOBI format could be downloaded to a Kindle - from outside the Kindle store - and then read on the Kindle. Because many of these titles were in the Mobi format as well, Kindle readers everywhere also have access to IA's vast database.
* Next up, Mike McCabe of IA, came up and demonstrated how files in the Daisy format could be downloaded to a PC then downloaded to a device from Humana, specifically designed for the reading impaired. The device used Text-to-speech technology to deliver the content, but what was most amazing about this device was the unprecedented ease at which a sight impaired person could navigate around a book, moving from chapter to chapter, or to specific pages in the text.
* Brewster took a break from the demonstrations to elaborate a couple of facts, the most significant of which was the fact the books in the worlds libraries fall into 3 categories. The first category is public domain, which accounts for 20% of the total titles out there - these are the titles being scanned by IA. The second category is books that are in print and still commercially viable, these account for 10% of the volumes in the world's libraries. The last category are books that are "out of print" but still in copyright. These account for 70% of the titles, and Brewster called this massive amount of information the "dead zone" of publishing. Many of these are the orphan titles that we've heard so much about related to the Google Book Settlement - where no one even knows how to contact the copyright holder. (To all of my friends in publishing, if you let these statistics sink in for a minute, your head will start to spin).
* Brewster went on to talk about how for any digital ecosystem to thrive, it must support not just the free availability of information, but also the ability for a consumer to purchase, or borrow books as well.
* At this point, Michael came back out and demonstrated - using the bookserver technology - the purchase of a title from O'Reilly on the Stanza reader on the iPhone - direct from O'Reilly - not from Stanza. If you are a reader, you may think that there is nothing too staggering about that, but if you are a publisher, this is pretty amazing stuff. Stanza is supporting the bookserver technology, and supporting the purchase of products direct from publishers or any other retailer using their technology as a delivery platform. (Again, friends in publishing, give that one a minute to sink in.)
* The last demonstration was not a new one to me, but Raj came back on and he and Brewster demonstrated how using the Adobe ACS4 server technology, digital books can be borrowed, and protected from being over borrowed from libraries everywhere. First Brewster demonstrated the borrowing process, and then Raj tried to borrow the same book but found he couldn't because it was already checked out. In a tip of the hat to Sony, Brewster then downloaded his borrowed text to his Sony Reader. This model protects the practice of libraries buying copies of books from publishers, and only loaning out what they have to loan. (Contrary to many publishers fears that it's too easy to "loan" unlimited copies of e-Books from libraries).
* In the last piece of the night's presentation, Brewster asked many of the people involved in this project to come up and say a few words about why they were here, and what motivated them to be part of the project. The sheer number of folks that came out were as impressive as the different constituencies they represented. By the end of this the stage was full of people, including some I know, like Liza Daly (Three Press), Mike Tamblyn (Shortcovers), and Andrew Savikas (O'Reilly). Others, I didn't know included Hadrien Gradeur (Feedbooks), the woman who invented the original screen for the OLPC, a published author, a librarian from the University of Toronto, Cartwright Reed from Ingram, and a representative from Adobe.
After the night was over, I walked all the way back to the Marina district where I was staying. The opportunities and implications of the night just absolutely made my head spin. I am completely humbled to be asked to be here and to witness this event.
In one fell swoop, the Internet Archive expanded the availability of books to millions of people who never had access before, bringing knowledge to places that had never had it. Who knows what new markets that will create, or more importantly what new minds will contribute to our collective wisdom as a result of that access. In the same motion, Brewster demonstrated a world where free can coexist with the library borrowing model, and with the commercial marketplace. Protecting the interests of both of those important constituencies in this ecosystem. He also, in the smoothest of ways, portrayed every 'closed system' including our big retail friends and search engine giants, as small potatoes.
I will have to post again about the implications of all this, but people smarter than me - many of whom I was able to meet today, will be far more articulate about what just happened. I'm still too blown away. I know this, it was a 'game changer' day. It may take a couple of years to come to full fruition, but we will be able to pinpoint the spot in history when it was all shown to be possible. I need to thank Peter Brantley for inviting (or should I say tempting) me to be there. Wow.
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