Considero irrelevante na

Considero irrelevante na minha vida saber se somos "fágicos" ou "êmicos" coletivamente. Eu busco tratar cada pessoa autonomamente e contextualizando-a naquele instante.

Tem instantes de "por pra dentro" e instantes de "por pra fora", não? Se há um caminho do meio nisso, e ele pode ser transformado em uma arte, cabe a cada um saber se vale a pena, não?

Quanto ao Estado brasileiro ser fágico ou êmico, cito aqui o Daniel Poeira, de BH, que diz: "a única coisa que consegue explicar a existência de um Estado pra mim é 'medo de apanhar'". Ou seja, faz diferença entender, ou faz diferença tomar parte e mudá-lo?

Pensar é causar, mas alguns pensamentos causam é porra nenhuma.

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