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Mais diálogos na casinha

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--- Quinta-feira passada rolou outra edição dos diálogos na casinha, articulado pelo Marcelo Braz e tendo como convidado Luiz Algarra. A estrutura tava meio capenga, a conexão caiu, os microfones não funcionavam, mas no fim das contas a conversa foi interessante. Participei pouco, estava conversando com o Henrique, que está querendo falar sobre MetaReciclagem no mestrado dele e é uma dessas raras pessoas que leu quase tudo que a gente escreve, coitado ;) De qualquer maneira, assim que rolar eu publico o áudio da conversa no EL e a minha seleção de trechos interessantes no rascunho de caderno submidiático do Ciclo Gambiarra.

Na próxima terça, tem outra edição, com Marcus Bastos.

Atualizando: veja a programação de terça-feira.

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--- Quinta-feira passada rolou outra edição dos diálogos na casinha, articulado pelo Marcelo Braz e tendo como convidado Luiz Algarra. A estrutura tava meio capenga, a conexão caiu, os microfones não funcionavam, mas no fim das contas a conversa foi interessante. Participei pouco, estava conversando com o Henrique, que está querendo falar sobre MetaReciclagem no mestrado dele e é uma dessas raras pessoas que leu quase tudo que a gente escreve, coitado ;) De qualquer maneira, assim que rolar eu publico o áudio da conversa no EL e a minha seleção de trechos interessantes no rascunho de caderno submidiático do Ciclo Gambiarra.

Na próxima terça, tem outra edição, com Marcus Bastos.

Atualizando: veja a programação de terça-feira.

IETM Montreal

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--- Fui convidado a participar de uma mesa sobre "tecnofobia x tecnofilia" na plenária da IETM, que acontece em duas semanas em Montreal, Canadá. Estou evitando pensar muito no que falar, porque eu sempre acabo mudando de idéia na última hora...

Atualizando: não vai mais rolar. Muita coisa pra resolver por aqui, pouca grana pra sair agora também. Não vou mais pro Canadá.

IETM Montreal

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--- Fui convidado a participar de uma mesa sobre "tecnofobia x tecnofilia" na plenária da IETM, que acontece em duas semanas em Montreal, Canadá. Estou evitando pensar muito no que falar, porque eu sempre acabo mudando de idéia na última hora...

Atualizando: não vai mais rolar. Muita coisa pra resolver por aqui, pouca grana pra sair agora também. Não vou mais pro Canadá.

Na lista olpc-latinoamerica

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--- Acabei de mandar .

Hola a todos

Testei um X-O há algumas semanas, e alguns amigos
têm realizado testes extensivos nele. Também baixei
o liveCD com o sistema dele pra usar no meu próprio
computador.

O interessante é que ele não parece um computador.
Talvez se parassem de chamá-lo de "laptop", alguns
problemas desaparecessem. Ele me pareceu um
dispositivo em rede portátil, e pouco além disso.

Na lista olpc-latinoamerica

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--- Acabei de mandar .

Hola a todos

Testei um X-O há algumas semanas, e alguns amigos
têm realizado testes extensivos nele. Também baixei
o liveCD com o sistema dele pra usar no meu próprio
computador.

O interessante é que ele não parece um computador.
Talvez se parassem de chamá-lo de "laptop", alguns
problemas desaparecessem. Ele me pareceu um
dispositivo em rede portátil, e pouco além disso.
Para realizar tarefas simples e conectar à internet,
ele é bem interessante. A interface é interessante,
embora eu tenha achado os ícones um pouco
herméticos. Ele é bem lúdico, com a câmera e
tudo o mais.

Me incomoda profundamente que a experiência com
o X-O não ofereça nenhuma possibilidade de
recombinação de hardware e todo o aprendizado
que seria possível com isso, mas entendo as razões,
principalmente a segurança.

Sinceramente, não tenho certeza se considero o
X-O o melhor uso possível para tanto dinheiro, mas
me deixa curioso a possibilidade de ter milhões de
dispositivos rodando linux sendo distribuídos para
crianças em todo o país... só o fato de entenderem
que existe mais de um OS já é potencialmente
revolucionário.

Mas o custo é alto...

MetaReciclagem por aí

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--- Catado geral e anotações sobre os últimos dias na rede MetaReciclagem

* Dei uma palestra sobre a MetaReciclagem para os alunos do Sergio Amadeu na Cásper. Dei uma geral sobre o contexto, movimento hacker, software livre, mídia tática, coisas no Brasil, o MTB, e outras coisas. Bom pra exercitar a narrativa. Falei pacas, pra variar.

MetaReciclagem por aí

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* Dei uma palestra sobre a MetaReciclagem para os alunos do Sergio Amadeu na Cásper. Dei uma geral sobre o contexto, movimento hacker, software livre, mídia tática, coisas no Brasil, o MTB, e outras coisas. Bom pra exercitar a narrativa. Falei pacas, pra variar.

A primeira edição do Ciclo Gambiarra, com o Stalker, foi bem interessante. Estamos agora planejando a próxima.

Mbraz questionou sobre a "sucata" na lista:

Nao so' devemos considerar a gambiarra como uma das praticas disseminadas pela metareciclagem, mas ainda a sucata entendida como sobra de um mundo industrial quase caduco.

Se no's, feito homens_maquinas pela logica capitalista, ja' cansamos da doacao da mais-valia; em contrapartida buscamos a mais-valia das maquinas que a mesma logica do processo industrial descarta.

Se menos-valia das maquinas para eles, muito mais-valia para nos outros. Ou dito de outra forma, sucata no dos outros, nao e' refresco para no's (hehe)


Stalker respondeu direto, acho, e não entrou nos arquivos da lista:

Há dois filmes geniais para "ilustrar" essas coisas... ou três:

1 - Johnny Mnemonic: a revolução e a resistência vem dos Loteks, que são ciborgues metarecicleiros não-conformistas e anti-corporativos

Diálogos na Casinha

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--- Anotações do Ciclo Gambiarra com Stalker, quinta-feira, 12 de abril de 2007.

Arquivo de áudio (formato OGG) com a íntegra da conversa no Acervo Livre.

Diálogos na Casinha

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--- Anotações do Ciclo Gambiarra com Stalker, quinta-feira, 12 de abril de 2007.

Arquivo de áudio (formato OGG) com a íntegra da conversa no Acervo Livre.

- numa semiótica pouco antropocêntrica - mente difundida na realidade - máquinas têm uma mente própria - propósito dos equipamentos - disponíveis pra apropriações imprevisíveis - acaso da apropriação que vem da autonomia que a gente não dá muito pros objetos. isso deixou de ser estranho pras humanidades, principalmente depois da onda pop do pierre levy. mas ele é deslumbrado. como se pensa complementarmente com os equipamentos que a gente usa. não se assiste mais a uma aula sem uma caneta. eu não consigo ler um livro sem um lápis sem anotar nas bordas, sem balizar a minha leitura. não leio o livro dos outros por isso, acabo xerocando. manuscrito - máquina - processador de texto, difícil voltar a escrever linearmente.

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Temos que pensar de maneira ativa o desenvolvimento dessas tralhas. elas envolvem práticas políticas o tempo todo.

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Primeiras referências ao termo "máquina" no teatro grego: dispositivo cenográfico que fazia coisas "impossíveis" de trazer pra percepção coletiva. deusas voando, guindastes, cintos. outro conceito de máquina que aparece, no liceu de aristóteles - um cara introduz a "máquina". um arranjo que se faz para que aquilo que demoraria muito tempo pra ser visto ou percebido ou se tornar compreensível seja acelerado por determinado arranjo técnico e social.

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Máquina tem primeiro a maneira de encenar alguma coisa, depois a maneira de fazer com que a natureza se manifeste. Em terceiro tem a máquina de guerra, que envolve ao mesmo tempo a ampliação de força e ocultação da própria intencionalidade.

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