namidia

Entrevista pra CBN

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Depois da mesa sobre tecnologia e meio ambiente, uma repórter da CBN veio conversar. Ao contrário do colega dela d'O Globo, que escreveu um monte de m3rd4, ela montou bem o lance.


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Por favor, ignorem o que eu NÃO falei

Não canso de me impressionar com umas coisas. Tô cansado demais pra contar em detalhes, mas participei ontem de uma mesa sobre tecnologia e meio ambiente na campus party. Ao fim, veio um par de jornalistas: ela da CBN, ele d'O Globo. Na CBN, nem sei se rolou algo. Mas o artigo n'O Globo faz algumas proezas: ignora coisas que eu falei, inventa outras que eu não disse (incinerar???) e encher lingüiça pra não dizer nada.

Mais um motivo pra deixar de ler jornal (se toda a coleta de informação é feita dessa forma, imagina quanta besteira tem em uma edição...)

Imprensa...

É difícil identificar, mas essa matéria do estadão, que entre omissões e equívocos chega a me confundir com o Felipe Andueza, deve estar ligada às respostas que mandei sexta para o jornalista lá. E olha que fui até bonzinho:

Você recebe muitas doações de aparelhos ou ainda é algo com pouca divulgação?

A MetaReciclagem começou há seis anos. Passamos por várias fases de alta divulgação e projetos estruturados, e várias fases de recolhimento e reflexão. O "ainda" na tua pergunta me incomoda um pouco, como se o caminho natural das coisas fosse crescer. Dentro do âmbito da MetaReciclagem, a gente fez uma escolha ainda em 2003, de não transformar a rede em uma ONG, e com isso fizemos indiretamente a escolha de não precisar necessariamente crescer. Pelo contrário, a MetaReciclagem evolui como rede: novas atividades começam em alguns lugares, atividades se encerram em outros lugares. Dessa forma, a quantidade de doações não é uma questão de muita relevância: alguns projetos  precisam de mais doações, outros de menos.

A procura por esse tipo de projeto tende a crescer?