sampa

Mobilefest - resumo da ópera

Dei uma circulada pelo MIS durante os três dias de mobilefest, na semana passada. Conheci um pessoal legal, e acompanhei algumas apresentações.

No sábado, primeiro dia, não cheguei a tempo da abertura. O pessoal já estava lá fora, aproveitando os coquetéis. Eu vinha da ressaca do almoço, e me esforcei pra uma conversa longa com uma gringa que a Fabi Borges me apresentou. Encontrei alguns conhecidos, incluindo o Palm e o Bambozzi.

Domingão, cheguei cedo pra acompanhar a oficina que ia rolar com o alemão Max Schleser e os canadenses Rob King e Geoff Shea. Tinha um pessoal interessante e boas possibilidades por lá, mas no meio do workshop o Hartmann nos chamou para uma pausa e a mesa que ia rolar lá no auditório:

16h às 18h- Mesa 1: CIDADES MOBILE
GABE SAHWNEY (CANADA), FABIO JOSGRILBERG (BRASIL), SERGIO AMADEU
(BRASIL), MARCELLO DANTAS (BRASIL), CHUN-CHI WANG (TAWAIN), GUSTAVO
SYLLOS (BRASIL)

Mediação: MARCO CHIARETTI (BRASIL)

Minhas anotações soltas, abaixo:

Gabe: Wireless toronto. Hotspots. Login, sem cobrança. Portal da comunidade local - evitar o efeito zumbi (pessoas conectadas mas ausentes do local). Feeds do flickr (lembrei da Fonera). Aspecto tecnológico, mas também o aspecto comunitário.

Marco: o aspecto comunitário é legal de explorar. Gabe tava falando que 0,4% da população da cidade acessa pelo projeto.

Campaulo

Fui hoje na reunião sobre inclusão digital da Campus Party. Revi pessoas legais, troquei idéia sobre possibilidades de ações dentro do evento, atualizei as fofocas. Na seqüência, ainda fui à paulista dar uma força à flashmob que Sergio Amadeu organizou contra o projeto de lei de Eduardo Azeredo. Chegamos à paulista faltando dez minutos pra seis e tinha meia dúzia de pessoas. "Miou", pensei.  Foi chegando gente, e de repente tinha uns 25 ou 30. Ganhei da Maria um cartaz com "não ao PL do Azeredo". Câmeras, acho que da Cultura, tavam na área. Na hora marcada, fomos pro canteiro central da paulista e até que fez algum barulho. Todos estavam otimistas, até pelo resultado simbólico da sessão no congresso ontem. Mas é bom lembrar que argumentos mais bem fundamentados e alguma repercussão na imprensa e na internet não garantem nada. A ameaça continua. Hay que luchar.

Indo a sampa

Amanhã de manhã vou a Sampa outra vez. Fico pouco mais de uma semana. No radar:

PS só fiquei sabendo em cima da hora da programação do Reverberações. E ninguém me convidou pro simpósio da Abciber. E nem pra Teia. E nem pra Oficina de Inclusão Digital. Mas tudo bem, tô recuperando minha cor de verdade.

Servindo mal pra servir...

Penando muito, mas também aprendendo um monte, com a configuração do vserver omulu pra metareciclagem e outras coisas. Lutando contra o uso excessivo de recursos que as configurações padrão do apache e do mysql, ainda mais somadas aos módulos extras do drupal, pedem.

E além disso, a dor de garganta que eu trouxe de Cunha (também chamada "tinha esquecido do mofo, fio?") ontem à noite ameaçou virar alguma coisa mais grave. Passei a noite mal pra caramba. Hoje tô tomando esses quase-remédios que tem em qualquer farmácia, mas levando mais fé nos cristaizinhos de gengibre.

Amanhã vou a sampa. Sábado tem o primeiro encontro com o pessoal que vai trampar no acessa escola, e o bicho tá pegando por lá. Domingo quero tentar assistir alguma coisa do anima mundi, e definitivamente o Dark Knight em algum cinema próximo.

Em ritmo de chegada

Cheguei há alguns dias. Resolvendo um milhão de coisas, sem tempo pra escrever ainda. Surpreso com minha reação a São Paulo - gostei de chegar aqui. Mas não fico por muito tempo, o que é uma vantagem.

Quando der, mando um relato mais completo da viagem e seus percalços.

Daqui a pouco vou fazer a tradicional peregrinação à Santa If, a padroeira da comunicação eletrônica.

Ontem fiquei DUAS HORAS na loja da TIM pra descolar um aparelho + chip.

Hoje preparo uma feijoada.

Brasilizando

Ontem e hoje eu e minha cúmplice levamos duas caixas, uma com 20kg e outra com 26kg, na agência dos correos. Tudo porque descobrimos, não sem alguma surpresa, que nossa passagem de volta pro Brasil só permite levar UMA mala de 20kg cada um. Pra quem passou um ano (shhh, não conte pros agentes de alfândega aqui...) longe de casa, vintequilos é ridículo. Daí que nos dispusemos hoje a levar os paquetes no correo. Difícil, debaixo do sol de Barça logo antes da siesta. Mas enfim, mandamos, e já tô me sentindo mais leve.

Na real não, tô me sentindo meio mal, por muito calor e pouco sono.

É, eu ando com insônia de novo.

É, tô voltando mesmo. Chego em sampa no feriado de 9 de julho (que segundo a tradição gaudéria é "quando a gente amarrou os cavalo no obelisco"), fico alguns dias, depois deixo minhas coisas em Ubatuba e logo mais parto rumo al Sur. Devo passar um mês em Porto Alegre, uma cidade que nem conheço mais (em outros termos, não sei mais onde beber).

É, tô trocando o auge do verão em Barcelona pelo inverno de Porto Alegre. Também acho. Mas é a vida, é bonita e é bonita.

Divercity

Em 2006, não me lembro bem como, um artista italiano chamado Francesco Jodice me enviou um e-mail. Pedi a ele que me encontrasse na casinha pra conversar. Ele chegou em dia de reunião, aquela zona, mas conseguimos trocar uma idéia ali no meio. Ele procurava algum ráquer em São Paulo para um vídeo que preparava para a Bienal. Indiquei o Fernando, e não ouvi mais falar dele. Cheguei a tentar assistir o vídeo na Bienal, mas não tive paciência de assisti-lo até o fim. Há uns dias, Mbraz mandou o link pro vídeo publicado no site da Tate Modern. Tô assistindo agora, e gosto bastante. Mostra um pouco das contradições de sampa, que têm contrabalançado a saudade que sinto da Gotham City brasileira. Recomendo:

http://www.tate.org.uk/modern/exhibitions/globalcities/diversity.shtm

Sampa

Do penúltimo post do blog de Mino Carta.

O caminho do acesso leva ao palácio da sabedoria?

Terça que vem, 05 de junho. Mais sobre isso.

Convidado: Marcus Bastos

Moderando: efeefe

A cultura digital torna-se cada vez mais complexa, conforme os dispositivos de conexão se diversificam. Aparelhos portáteis como celulares e GPS adicionam uma nova camada à Web, em processo que modifica a agenda de debates sobre os fazeres em rede. Neste contexto, é preciso contrapor o avanço das possibilidades de publicação de conteúdo sem intermediários (no que se convencionou chamar de Web 2.0) aos novos tipos de vigilância possíveis em aparelhos amigáveis que se tranformam facilmente em objeto de desejo de um grande número de consumidores. Além disso, em parte as formas de conexão atuais acontecem em aparelhos proprietários, que redesenham o jogo de protocolos e embaralham a distinção entre produção de contéudo e circulação de informação. Ao mesmo tempo em que videoblogues e sites como YouTube e MySpace tornam a publicação de vídeo cada vez mais simples, deslocando para o contexto do audiovisual debates antes localizados no relacionamento tenso entre a indústria fonográfica e os desenvolvedores de software para distribuição de mp3, os procedimentos de publicação online se modificam, tornando-se menos abertos, e a cultura do software livre amadurece, resultando em trabalhos de qualidade, como "The Duellists", de David Levine e "Net Monster", de Graham Harwood.

Participe:

Rua Luminárias, 243, subindo a escada - Vila Madalena - São Paulo / SP

Diálogo na casinha

Rolou na casinha quinta-feira diálogo sobre aprendizagem informal. Não participei muito.

Dialogueirxs

Era noite de lua cheia.

Lunacao

Áudio quase integral disponível no acervo do EL.