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Zasf - mobilefest 2009

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O Desvio foi convidado a apresentar o projeto ZASF na edição de 2009 do Mobilefest, semana que vem no MIS-SP. Detalhes da apresentação abaixo:

Data: 14/11 - Sábado
Local: MIS - Av Europa, 158 - Jd Europa / São Paulo
Sala: Auditório LabMIS
Horário: 14h00 as 15h40
Tema: Mobilidade e Comportamento
Participantes:   Marcus Marçal / Sandra Rúbia da Silva / Diego Jair Vicentin / Felipe Fonseca /
Marcelo Godoy(moderador)
Formato apresentação: seminário de 20 minutos para apresentação de cada trabalho.
No final abriremos mais 20 minutos para perguntas e debate.

ZASF - vídeos

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Alguns vídeos bem simples com um screencapture de alguns testes da ZASF em rede Mesh.

ZASF #1

Oraculismo #1

Oraculismo virou ZASF

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Só para registrar: decidi mudar o nome da ConecTAZ Oraculismo para ZASF (a partir da publicação desse post no Desvio). Achei melhor trabalhar em termos mais genéricos e estruturais, e a partir da ZASF derivar subprojetos como Oraculismo ou outros (por exemplo, pensar em uma mimoSa sem fio, ou em uma burnstation etérea). Na verdade ainda estou indeciso sobre hospedar todas essas conversas na ConecTAZ Rede MExe, mas não tenho certeza.

Rede Mexe

ZASF - Zonas Autônomas Sem Fio

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"Mr. programmer
I've got my hammer
Gonna smash my, smash my radio!"
Ramones, We want the airwaves

"Para explicar como as forças astrológicas poderiam produzir ação à distância, Mesmer postulou um fluido sutil que ele chamava fluidium, um meio diáfano que comunicava vibrações lunares para as marés da mesma forma que possibilitava que Venus e Júpiter ajustassem os destinos humanos. O fluidium tomava forma no conceito Newtoniano de éter, um fluido invisível que permearia o espaço e serviria como meio estático para a gravitação e o magnetismo, bem como sensações e estímulos nervosos. Para Newton, o éter servia para explicar como os corpos distantes do sistema solar comunicavam-se uns com os outros, e ao mesmo tempo livrar-se da abominável ideia de um universo em que existisse o vácuo."
Erik Davis, Techgnosis

Confiabilidade do mesh

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Tenho percebido que nem todos os adaptadores wi-fi funcionam direito com redes mesh. Alguns não pegam o sinal ou acabam perdendo. Não consegui identificar se o problema é nos próprios aparelhos ou no adaptador que estou usando como cabeça de rede. Se alguém tiver dicas, aceito.

Rede Mexe

Confiabilidade do mesh

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Tenho percebido que nem todos os adaptadores wi-fi funcionam direito com redes mesh. Alguns não pegam o sinal ou acabam perdendo. Não consegui identificar se o problema é nos próprios aparelhos ou no adaptador que estou usando como cabeça de rede. Se alguém tiver dicas, aceito.

Rede Mexe

Mexendo a rede

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efeefe no Bailux - Foto Daniel Pádua
Aproveitei a realização do Encontrão Transdimensional de MetaReciclagem (relato ), em Arraial d'Ajuda, para me aprofundar um pouco mais em possibilidades do que chamei aqui no Desvio de Plataforma Etérea. Além de uma pequena demonstração de síntese de voz no bailux (foto de Daniel Pádua, acima), passei uma tarde mexendo no sistema da Alix, instalando serviços locais. No outro dia, levei em frente uma mini-oficina de redes mesh (na verdade, mais uma demonstração de possibilidades do que qualquer coisa).

A gente quer as ondas de rádio

Depois da mini-nem-oficina de rede mesh e oraculismo no encontrão, pensei que essas coisas sem fio trazem uma nova interpretação pra um clássico dos ramones:

"We Want The Airwaves"

9 to 5 and 5 to 9
Ain't gonna take it
It's our time
We want the world
and we want it know
We're gonna take it anyhow

We want the airwaves
We want the airwaves
We want the airwaves, baby
If rock is gonna stay alive

Oh yeah-well all right
Let's rock-tonite
All night

Where's your guts
And will to survive
And don't you wanna
Keep rock n' roll music alive
Mr. Programmer
I got my hammer
and I'm gonna
Smash my
Smash my
Radio

We want the airwaves
We want the airwaves
We want the airwaves, baby
If rock is gonna stay alive

Sem fio - plataforma etérea

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Como comentei no post anterior, já há algum tempo temos articulado referências sobre possibilidades relacionadas a redes sem fio. No começo era uma curiosidade técnica, mais uma potencial expansão de horizontes do eterno jogo de descoberta que é brincar com tecnologia livre (o que faz com que muita gente - eu incluído - acabe se dedicando a projetos que não dizem nada para outras pessoas, justamente porque não conseguem explicar essa dimensão do fascínio da descoberta, mas isso é outro assunto). Com o tempo, acabei misturando a pesquisa de redes sem fio com a exploração conceitual de paralelos entre magia e tecnologia (mais sobre isso no meu blog de tecnomagia). Também começava a formular uma questão: como pode se articular a perspectiva da MetaReciclagem e das várias mimoSas que rolaram por aí - que demonstram de maneira muito concreta o potencial da apropriação crítica de tecnologias - com esse universo mais etéreo das redes sem fio.

Sem fio - contexto, caminhos e bases

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Uma das obsessões fundadoras do projeto metá:fora e da MetaReciclagem era a ideia de mobilidade e de redes sem fio. Alguns dos primeiros rascunhos de projeto que surgiram tinham a ver com dispositivos móveis, e uma das forças motrizes que nos fizeram necessitar de computadores para experiências era uma ideia alimentada pelo dpadua de criar infra-estruturas de rede autônomas com base nos projetos de redes wi-fi metropolitanas. De lá pra cá, percorremos muitos caminhos paralelos, fizemos um monte de experiências, mas essa possibilidade sempre nos acompanhou.